Resenha – O Que Eu Quero Pra Mim – Lycia Barros

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Ois!

Demorei, mas, como diz a filosofa Shakira, estoy aquí!

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Hoje venho com a resenha de um livro que gostei bastante: O Que Eu Quero Pra Mim da escritora carioca Lycia Barros, lançado pela editora Arqueiro.

Soube desse livro por um tweet da capa – pela qual me apaixonei assim que a vi – e fui buscar mais informações.

 

O livro conta a história de Alice, uma mulher forte, independente e ambiciosa, além de ser bem sucedida profissionalmente e na vida amorosa. Seu namorado, Casseano, é o sonho de qualquer mulher: Bonito, amoroso e que quer se casar para construírem uma família.

Mas, Alice não é qualquer mulher. É uma workaholic de mão transbordando, colocando seu trabalho a frente de tudo e todos. O namorado, cansado de ser jogado para escanteio, a coloca contra a parede e exige ter mais espaço em sua vida. Isso faz com que acabem discutindo e terminando.

 

Os dias passam e Alice percebe que o termino está sendo mais difícil do que esperava. Sua vida profissional começa a desandar e sua sócia decide afastá-la para que coloque os pensamentos em ordem.

Sentindo que a vida está virando do avesso, Alice decide visitar uma amiga em Londres. O que não desconfiava era o quanto descobriria de si mesma e do que realmente importa em sua vida.

 

Tem alguns pontos bem humorados que te fazem pensar se Alice é mesmo tão rabugenta quanto parece. Você vai se  encantar por Prieto, ter raiva da Luana e ficar confusa com Eamon, além de ter conflitos com os pensamentos de Alice. Mas, se gosta de romances que te façam refletir sobre a vida, vai valer a pena ler cada parte!

 

Alguns trechos que me chamaram a atenção:

“Preciso fugir da pessoa que me tornei”

“É melhor ficar sozinho de verdade do que estar sozinho num relacionamento”

“Olhe mais para você. Descubra o que te valoriza, conheça seus pontos fortes”

“A grande maioria das pessoas não nasceu para viver sozinha, só que algumas demoram um pouco para descobrir isso”.

 

“O Que Eu Quero Pra Mim” é um livro que te faz refletir sobre como a personagem se sente, pelo que passou, mas também te permite refletir sobre sua própria vida e suas escolhas.

 

O preço varia entre R$ 20,00 e R$ 28,00. Mas fiquem ligados nas promoções!

Até mais! Bjos! ;*

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Reflexão: Sinceramente, a gente mente

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Hey, pessoas! Tudo bem? Espero que sim.

Há dias venho pensando e repensando no que escrever aqui (até a próxima resenha de livro ficar pronta) e nada me parecia bom ou legal ou que eu conseguisse escrever com sinceridade sobre o assunto. E então, hoje de manhã me veio esse tema depois de assistir a um programa de TV: Mentira.

Você já mentiu? Você já foi honesto? 
Não, não precisa me dizer, apenas reflita sobre isso.
É complicado falar sobre mentira e honestidade, porque os dois parecem estar em uma corda bamba.
Buscamos a sinceridade em todas as relações, mas sabemos recebe-la? Saberíamos lidar com uma pessoa  extremamente sincera todos os dias?

Pensei sobre isso e percebi que nem toda sinceridade é boa como nem toda mentira é ruim.
Quando era criança (e, como sabemos, crianças são muito sinceras) muitas vezes vi pessoas do meu convívio as quais não achava bonita, roupas ridículas que algumas vestiam, e etc. Comentava sobre isso com minha mãe e ela me dizia para elogiá-las. Quando a questionava que isso era mentir, ela dizia que era uma “mentira piedosa”, que não faria mal a ninguém. E percebo que ela sempre teve razão.

Nós não estamos preparados para sermos decepcionados, não nos preparamos para ouvirmos o que não queremos ouvir. E certas mentiras não são condenáveis. Como ouvi um psicólogo falando hoje no programa de TV .

“Você não vai dizer a uma pessoa que está em uma doença terminal que ela vai morrer. Você vai dizer coisas sobre sua melhora. Esse tipo de mentira não é condenável.”.

Há 2 tipos de mentira: A que você diz para prejudicar e a que você diz para agradar alguém.
Ninguém é sincero o tempo todo; e nem mentiroso. Mas devemos saber até que ponto essa mentira pode prejudicar ou magoar as pessoas que amamos e a nós mesmos. Todos nós somos um pouco dos dois; o que devemos ter cautela é em não exagerar. Pois tudo que é demais, faz mal.

Bjs :*

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Resenha: Sem Pudor – Julianna Costa

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Má oeee!

Demorei, mas voltei! \o/
Desculpem a falta de disciplina por não postar há um tempinho. Me enrolei com algumas coisas pessoais, mas agora quero colocar nos eixos. Não sei se isso vem dos confins da astrologia, mas tudo bem. Como diz o filósofo Chico Pinheiro


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Hoje vim falar de um livro que terminei de ler no domingo e fiquei feliz e triste ao terminar. Feliz porque a história é ótima (como tudo que eu li até agora da autora, quem sou fã assumida!). E triste porque me afeiçoei aos personagens. 😥 Sem Pudor de Julianna Costa, também lançado pela Universo dos Livros. (Isso mesmo! Agarra essa mulher e não deixa mais ela longe das livrarias, por favor!).
Preciso babar um pouco para dizer que a conheci na Bienal do Livro de São Paulo desse ano! ❤ Muito gentil, simpática e atenciosa, atendeu a todos que estavam na fila e autografou meus livros! *—* Nem pirei, imaginem!!!

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                  Amei essa foto! Eu tô horrível, mas amei mesmo assim kkk ❤

 

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                                                                           ❤

Ok. Vou voltar ao foco, prometo!

Já contei aqui sobre o 1º livro da duologia, Sem Vergonha. Caso você não tenha lido ainda, recomendo demais! Vale muito a pena para aqueles que, como eu, gostam de um New Adult muito bem contado.
No segundo e último livro, Mina Bault e Ryker Strome pensam já ter “colocado o carro para andar”, cada um no seu cantinho… Deprimidos, com saudade, nos fazendo ter saudade com eles… Maaaassss, eis que Ryker recebe uma ligação sinistra e deduz que Mina ainda está sob a mira da Máfia Russa; por isso decide ir atrás de sua amada em Paris. OUMMM! Que romântico, né?! Só que era uma cilada, Binho!

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E isso faz com que os dois voltem a ser alvos fáceis dos russos.
Sem escapatória, o casal e seu escudeiro/cão de guarda agente Zahner voltam para Amsterdam; precisamente voltam a boate Lucky’s. Com isso, a boate ressurge à vida e ganha um tremendo show da Tímida… Com direito a muita sedução e sexo no palco!

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                           Sim, Lulu! Segura essa marimba, meu filho!

Precisando de ajuda para conseguirem sair dessa, Ryker recorre a sua irmã – Lexa Strome – e seu amigo/futuro-ex-cunhado Sven Delvak (Que tem S de Sedutor e D de Delícia!). Com eles e a ajuda dos amigos da Lucky’s começam a desenvolver um plano delicado e nada fácil envolvendo assassinato, roubo, jogos de sedução, política e interesse.
Olha que cenário!
E muitos por aí ainda acham que New Adult é um gênero que só mostra sexo e não tem conteúdo! Como são bobos!

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O preço de Sem Pudor está variando de R$ 22,00 a R$ 30,oo. Mas fique de olho nas promoções!
É isso! 😀
Beijos. Até mais! ❤

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Diferença entre Saga e Série no mundo literário

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Hey pessoas! Tudo bem? Espero que sim 😀

 

Estava pensando cá com meus botões sobre um assunto que sempre tive (e ainda tenho) dúvida: Saber, na literatura, o que é uma Saga e uma Série.

Você também tem essa mesma dúvida? Então venham clarear a mente comigo.

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Fui pesquisar em sites e em vídeos (nos quais encontrei apenas 1 sobre o assunto – Uma dica aí pra quem é Youtuber: Faça um vídeo sobre o assunto 😉 ) para chegar a uma resposta que me fizesse compreender de vez a diferença entre os dois. Porque para mim, até um tempo atrás, Saga e Série eram a mesma coisa. O que percebi nessa pesquisa é que muitos têm seu ponto de vista e o defendem com unhas e dentes.

“Ok. Tudo bem. Então não existe diferença?”. Há sim diferença.

Saga é uma história contada em um conjunto de livros em que há 1 objetivo e não se foge dele, tendo 4 livros ou mais do que isso. Por exemplo: Crepúsculo. – Vou dizer aqui o que me falaram, porque eu não li os livros e, pelo menos por enquanto, não tenho interesse em ler. – Seu tema central é o confronto da família de Edward com a de outra família que está matando os humanos para consumir seu sangue. A família Cullen é contra o consumo de sangue humano e se alimenta de animais para se saciar.

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Série há uma história, mas ao mesmo tempo são contadas outras histórias dentro da mesma. Por exemplo: Os Instrumentos Mortais. – Vou dizer aqui o que me falaram, porque eu não li os livros e, pelo menos por enquanto, não tenho interesse em ler. – Cada um dos livros conta uma aventura diferente em um lugar e há no mesmo livro histórias paralelas.

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Confuso, não?!

Eu não imaginava que dois pequenos termos tivessem tanto a dizer – e a me confundir.

Você concorda ou discorda dessas definições?

Deixe seu comentário e me ajude a compreender mais sobre essas definições literárias.

 

Bjos! :*

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Resenha: Uma História de Amor e TOC – Core Ann Haydu

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Olá, pessoas!

Venho aqui para falar de um livro que achei muito fofo e ao mesmo tempo… Como posso dizer? Muito instrutivo? É, talvez seja essa a palavra: Instrutivo.
Se chama “Uma História de Amor e TOC” da autora Corey Ann Haydu. Eu nunca tinha ouvido falar dela, mas havia ouvido muito falar (e ainda ouço) sobre T.O.C. (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

A história é narrada por Bea, uma garota de 16 anos que tem, mas que não admite, TOC. Ela acaba conhecendo um garoto chamado Beck em uma festa. Porém, de uma maneira bem inusitada: Às escuras. E quando digo às escuras, não estou dizendo que era um encontro às cegas, mas sim que acabou a luz no ginásio no qual estava acontecendo a festa. Curioso, não é?

E sabe o que é mais curioso do que conhecer uma pessoa dessa maneira? É conhecê-la por ter sentido que esta estava tendo um ataque de pânico. Você deve estar se perguntando “Como ela sabia disso se tudo estava escuro?” A respiração agitada do garoto perto dela o entregou, e quem já teve crises como essa ou tem consciência do que seja, sabe identificar de olhos fechados.
Durante esse tempo em que tudo fica às escuras, Bea tenta fazer com que Beck fique calmo e acaba deixando escapar suas verdades uma atrás da outra, o que aparentemente faz com que o garoto se distraia do ataque de pânico. Mas quando uma onda forte ameaça voltar, ela decide amenizar os sintomas de outra maneira: Ela o beija. Sim, beija um estranho com ataque de pânico no escuro. Realmente Bea é uma garota muito peculiar.

Entre algumas outras coisas que acontecem com a garota, sua terapeuta decide que seria melhor se Bea, além de ter as consultas individuais, fizesse terapia em grupo. Mesmo contrariada a isso, ela vai. E como uma ironia do destino, Beck é uma das pessoas que fazem parte do seu grupo.
O amor que vai surgindo desses dois, o modo como eles tentam se ajudar me deixou totalmente encantada. O companheirismo entre eles, apesar dos pesares, me tocou.

* SE NÃO QUISER LER SPOILERS, POR FAVOR PARE POR AQUI! INDICAREI A PARTE PARA LER SEM QUE ISSO ACONTEÇA, OK?! 😉 *

Como nesta parte:

“— Sei como isso é nojento. Como eu… sou nojento.
— Sério. Eu entendo. Quer dizer, sou como você. Exceto pelo corpo sarado. Mas você sabe, isso não é estranho para mim.
— Mas você não fica assim — retruca Beck. — Não de verdade. Você não tem hábitos asquerosos. Não é como o resto de nós. Eu não achava que era como as outras pessoas no grupo, mas olhe para mim. Eu sou.”

Preciso dizer sobre essas partes:

Quando em um dado momento é citado Foo Fighters e Bea diz:

“Já ouvi falar do Foo Fighters antes, eu acho…”

Pensei:

“MENINA, EM QUE PLANETA VOCÊ VIVE QUE NÃO OUVIU ESSA BANDA???”

Mas daí me lembrei que tenho quase 30 anos e que Foo Fighters é da minha época de adolescência. Ou seja, algum adolescente de hoje saber sobre eles é tipo pessoas da minha idade se lembrarem de New Kids On The Block cantando Step By Step ou de Menudo cantando Não Se Reprima.

Quando ela fala da “elegância do longo filó” pensei:

“Eu cantava quando criança que ‘A barata diz que tem 7 saias de filó’ e agora que li isso, percebo que nunca soube o que é uma saia de filó… Triste!” É algo em que o senhor Google vai me ajudar depois.

*PARA VOCÊ QUE PULOU OS SPOILERS, PODE LER A PARTIR DAQUI =D*

Não vou entrar mais na estória, senão acabo dando mais spoiles e sei que isso pode ser beeeem chato. Tá certo que resenhei outros livros aqui e dei spoiler, mas este livro é diferente.

Este é um livro que eu recomendo mesmo. Gostei muito de cada detalhe dele porque nos ajuda a entender como pessoas que tem esse tipo de problema como TOC podem se comportar. É legal lembrar que cada caso é um caso e este livro realmente trata isso, pois vemos como cada um dos personagens destacados tenta lidar com o seu transtorno, como as pessoas em volta reagem e como a terapeuta tenta lidar com seus pacientes.
Tenho certeza que esse livro vai lhe dar muitas sensações, se você realmente se entregar a leitura: Compaixão, carinho, melancolia… E também vai te dar o que pensar em como tratar pessoas que tenham TOC.

Já vi muitas pessoas dizerem que quem tem TOC é louco, tentarem se afastar e afastar os outros de quem tem esse problema. Se você for desse grupo, reforço minha indicação de leitura. Tenho certeza que vendo como pessoas assim se sentem por tê-lo vai te fazer pensar 2 vezes em tratá-los como aberrações.

Pessoas com TOC também tem sentimentos, choram e não gostam nada dessas manias que lhe invadem a mente. Não fazem isso porque querem ou para se aparecer; elas o fazem porque não tem total controle sobre o que sentem e como agem; o fazem para, quem sabe assim, conseguir ter o controle sobre si mesmas que tanto necessitam. Quando se está numa crise grande de ansiedade se determina coisas que para muitos parecem absurdas, mas para quem está sofrendo é necessário fazê-las. Uma frase que é muitas vezes citada no livro quando falam sobre suas crises é “Não é nada bonito”. E realmente ter/ver não é mesmo nada bonito.

Entre outras frases que marquei, estão:

“É engraçado como meus nervos funcionam: pulsando num minuto e recuando no seguinte, me deixando totalmente exausta.”

“Sou assim, às vezes. Um pouco estranha. Ou, como gosto de pensar, peculiar. Estranha e peculiar.”

“Sei que é um pouco estranho, mas eles são um livro que não quero parar de ler.”

“Não é um sonho, e ainda estou aqui, embora apenas um pouco de mim de fato esteja.”

“Entro sob os lençóis. É um casulo perfeito no qual tenho trabalhado há meses.”

“Ele é mais parecido comigo: em algum lugar entre estragado e inteiro. Não exatamente desesperado, mas preso em um ciclo do qual não consegue sair.”

“Ele é muita coisa para assimilar de uma só vez.”

“Essa é a questão sobre a ansiedade: é uma verdadeira sugadora de tempo.”

“… Há algo muito atraente em um cara sexy e musculoso ficando completamente vulnerável. A mesma sensação de mulheres acharem sexy quando homens brincam com filhotes ou bebês.”

“As pessoas são tão ferradas. Todos nós, quero dizer. Somos todos tão ferrados.”

“… E quando estou chateada com uma coisa meio que fico chateada com tudo, sabe?”

“Na tentativa de não me lembrar de nada, me lembro de tudo”

“… Ela tem a vantagem de estar do lado da sanidade, e eu pareço ter um pé fora da fronteira em Loucaville.”

“Há alguma coisa em chamar a atenção para as coisas boas que as pessoas fazem que as deixam desconfortáveis.”

“É engraçado como agir feito um adulto faz eu me sentir mais criança.”

“A esperança de me perder nele por mais alguns instantes. A esperança de me perder em absolutamente nada.”

“Ele é impenetrável e assustado com a mesma intensidade. É a dose perfeita de fodido.”

“… Há um calor vindo dele contra o qual tenho que me pressionar. Tenho sentido frio há muito tempo, e posso enfim me aquecer.”

“Tortura: saber que alguma coisa não faz sentido, fazê-la de qualquer maneira.”

“Fecho os olhos e peço para parar de ter TOC para que possa ser uma amiga decente de novo. Se desejar com vontade o bastante, tenho esperanças de que se torne realidade.”

“… Namorar Beck é meio assim. Estamos jogando a mais longa, mais cansativa versão de Batatinha Frita Um, Dois, Três da história.”

“Notei isso nas pessoas: beber lhes dá permissão para ser a pessoa que sempre quiseram ser, em vez de a pessoa que realmente são.”

“Se os seres humanos são imprevisíveis, em geral, são totalmente loucos quando se apaixonam.”

“Podemos ser loucos, mas existe uma lógica por trás até mesmo das coisas mais loucas que fazemos.”

“Então estamos em pé de igualdade e podemos ser loucos juntos”

Pelo que pesquisei, o livro custa entre R$ 25,00 a R$ 38,00. Mas fiquem ligados no Skoob (Para quem não conhece, é uma rede social para quem curte livros. Eu amo!). Muitas vezes as pessoas trocam livros por lá.
Espero que tenham gostado da resenha. Comentem com críticas ou sugestões, se puderem, por favor.
Beijos e até mais!
;*

 

Frase do dia: “Sentimentos são como cobertores, cobrindo você para que não consiga ver com clareza. Ou como labirintos nos quais pode facilmente se perder. Estou com medo de me perder.” – Uma História de Amor e TOC.

 

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Resenha: Sem Vergonha – Julianna Costa

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Olha quem lembrou da senha do blog?! \o/

Tudo bem com vocês? Espero que sim!

 

Vou falar hoje sobre este livro que eu amei, amei, ameeei! Sem Vergonha da Julianna (Diva das Escritas) Costa, lançado pela Universo dos Livros.
Eu já o havia lido quando era uma fanfic e se chamava Proteção a Testemunha. Quando o site saiu do ar eu fiquei como uma louca procurando onde, cargas d’água, a história tinha ido parar. E para minha alegria (e das Julietes de plantão!) virou livro! \o/

Primeiramente já vou dizendo que sim. Este livro é New Adult ou Romance Erótico, como preferir chamar.

Segundamente, quero dizer que tenho AMOR INFINITO pela maneira como essa mulher escreve.

 

Tenho como certo de que este é um dos enredos que você nunca esperou em um New Adult.

Mina (que tem um cabelo ruivo dá hora e um corpão violão) Bault é uma garota virgem de 20 e poucos anos que mora em Paris. Mas, não comecem a fantasiar coisas como “Ela deve sonhar com o príncipe encantado”, meus caros. Não! Ela quer perder a virgindade. Porém, não é tao fácil assim, para essa menina nada é tão simples. Tentou perder inúmeras vezes de inúmeros jeitos, mas não conseguiu. Suas crises de ansiedade sempre foram mais fortes que os prazeres carnais.

Cansada das tentativas frustradas da menina, Elize (sua best friend) marca com um garoto (deuso mor) de programa em um hotel, com direito a cesta da safadeza e tudo. Ryker Strome é “forte de um jeito que te faz imaginar o que está por baixo da roupa”, na definição de Mina, além de divertido, misterioso e que sabe o que faz.

Maaaassss não pense que nossa amiga foi para os finalmente e teve o que pagou para ter. Tantas confusões se passam no quarto do hotel devido sua ansiedade (e confusões) que Mina decide pagar pelo serviço (mesmo sem o cara ter conseguido fazê-lo) e sai como um foguete para fora do hotel.

Ryker, que nunca deixa nenhuma cliente desapontada, vai atrás da ansiedade em forma de gente tentando convencê-la a voltarem para o quarto. Mas, eis que os dois presenciam algo que era melhor não terem visto: O assassinato de um homem pela Máfia Russa. Mais precisamente, executado pelo cara mais procurado do mundo: Yuru Kulik.

A partir daí, Mina e Ryker vivem uma aventura e tanto para sobreviver, sem que o hímen não rompido de nossa colega seja esquecido.

Um dos diálogos mais legais (tem muitos, mas resolvi selecionar apenas um para não dar muito spoiler), na minha opinião, é este:

“- Você respira do jeito errado. – Ele mal tirou os olhos do livro.
– Desculpa? – Resmunguei baixinho a fim de evitar que os dois jovens sentados nas cadeiras de frente para nós me ouvissem. – E tem um jeito certo de respirar?
– Você enche os pulmões para cima. Não dá certo assim.
– E o melhor jeito de respirar é sem encher os pulmões?
Ele baixou o livro.
– É uma figura de linguagem, espertinha. É claro que, fisiologicamente, você sempre enche os pulmões quando respira.
Fisiologicamente? – Se ele ia rir de mim, então eu também ia rir dele. – Estou surpresa. Não achei que homens como você conhecessem palavras com mais de quatro sílabas”

 

O que acho magnífico nas escritas da Ju é que não são histórias onde o sexo é depravado ou simplesmente jogado de qualquer forma. Tem toda uma circunstância, um cativamento (se a palavra não existe, eu inventei agora, kkkk) para que chegue até a cama. E faz todo sentido. Quem gosta do gênero detesta ler um livro que se pareça com alguns vídeos pornôs que estão por aí, no qual não se entende nada do contexto e a dupla já está estocando horrores em uma mesa ou em qualquer outro lugar.

Por isso recomendo demais este e outros livros da Ju.

Já fiz uma resenha de um livro dela há um tempo por aqui e vou fazer de outros. Me aguardem! 😉

 

Sem Vergonha está a venda em todas as livrarias, custando entre R$ 21,00 a R$ 39,00. Mas fique de olho na Amazon e em outros sites, pois sempre chovem promoções.

E se você gostar da história, fique feliz. Há a continuação, chamada Sem Pudor.

Já vou ler a minha! *–*

Beijos e até a próxima! ❤

Frase do dia: “Você se surpreenderia em saber como a normalidade é pouco normal” (Ryker Strome – Sem Vergonha).

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Resenha – After – Depois da Esperança

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Hey, persons!

Demorei para aparecer, né? Desculpem. Me enrolei com alguns assuntos e acabei brecando minhas leituras. Porém, pretendo não ficar longe por tanto tempo mais.

Venho aqui para deixar mais uma resenha sobre ‘After’, que dessa vez chama-se “Depois de esperança”. Mas acho sinceramente que deveria chamar “Depois das revelações”.
Hardin e Tessa ainda continuam a me irritar, e confesso que o giro que a história dá também me irrita.
Como venho dizendo desde a primeira resenha, eles não tem um momento de relax. As pausas para que o leitor se aconchegue no sofá, cadeira, cama, enfim, aonde gosta de ler, não existem. Simplesmente. E isso me irrita profundamente.
Tessa segue sua decisão e vai morar em Seatlle. Também tenta seguir a decisão de dar um tempo com Hardin, mas as palavas ‘tempo’ e ‘Hardin’ realmente não funcionam.
Devo fazer uma observação aqui:
Nas primeiras folhas do livro, quando diz que um garoto de cabelo azul se sentou ao seu lado e se apresentou como Michael, foi impossível não me lembrar do Michael do 5 SOS e cantar mentalmente “Heeee he-hey!”.

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Mas essa foi só uma observação.
Ok, vou continuar com o assunto central que é o livro.

A garota se sente um tanto deslocada na cidade que desejava morar. De certa forma a compreendo. Não é tão fácil assim a mudança que fez, ainda com o histórico que tem carimbado em sua mente: Brigas com a mãe, com os falsos amigos, Hardin, a volta do pai ausente, morar na casa do chefe (Isso sim é uma coisas que só se vê em livro e fanfic!). Nao contente com toda essa carga ainda tem o Zed que, ok a salvou de ser estrupada e filmada. Mas que cobra muito mais do que um ‘obrigada por me salvar’ mesmo que indiretamente. Consigo ver a cara fingida de cão caindo do caminhão de mudança que ele faz. Blé!

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E ela ainda me vem com essa frase depois de falar com Zed pelo telefone o agradecendo pelo que fez:

“… e acho que nós dois nunca vamos conseguir ter uma relação estritamente platônica…”
Garota, calma aí! Ou você gosta de um ou do outro! Quando acho que me simpatizo por ela, vem isso!
Sinceramente nunca vou entender a relação entre Tessa e Zed. E pra ser bem honesta, não tô nem um pouco a fim!

Para completar Hardin tem um sonho no qual sua garota e Zed estão transando. O cara já é neurótico por si só e ainda sonha com isso… Demais, não é?! E o que ele faz? Sim, fica paranoico, como sempre, e desconta na garota sem ela saber o que realmente está acontecendo, porque (claro!) ele não conta. É mais fácil dar piti!

“Enquanto dirigia, comecei a me perguntar: em algum momento da minha vida eu não fui um cretino egoísta?”

Acho que Nunca, seria a resposta.
A menina carente se sente ainda mais incomodada com a indiferença que o namorado-ficante-peguete, ou sei lá o que, a trata. Mas devo admitir que como ela faz ele esquecer do pesadelo foi bem… Quente! Uma das cenas de sexo deles que mais gostei até agora.

Depois disso parece que o clima fica um pouco menos tenso… Mas você está lendo After, o livro sem pausa pra descanso.
Quando Hardin e Steph se encontram no mercado, o garoto psicótico começa a dar atenção a conversa da garota que armou o quase estupro de sua namorada-ficante-peguete. Sei que está ficando chato eu dizer a palavra IRRITANTE, mas, sorry gente, não há outra definição para isso a não ser dizer alguns palavrões (mas eu não curto muito, sabe?!). Ele já sabe que a garota não presta e ainda dá ouvidos pra isso?! Triste!

“Ela conseguiu exatamente o que queria de mim…”

“Ela sabia que estava arrancando o pino de uma granada e se afastando. Mas eu não sou uma granada… deveria saber me controlar.”

Não é uma, mas age como se fosse uma!

Mas o bom de Todd ter dado voz a Hardin foi entender finalmente qual era a dele:

“Eu tinha um objetivo: deixar todas as pessoas do meu convívio tão tristes quanto eu me sentia”
Parabéns! Conseguiu com êxito!

Trevor é o cara que eu pensei várias e várias vezes para ficar com Tessa. Mas, sinceramente, acho que ele merece alguém melhor pra si. Essa garota já é complicada por si só e tem mais o Hardin na mala sem rodinha dela.

“- Eu sou uma distração?
– Sim, você tem sido uma distração desde que chegou à Vance – ele diz depressa – Não estou dizendo isso de um modo ruim; é só que tenho esperado em segundo plano e queria deixar minhas intenções claras antes de explorar a possibilidade de ter um relacionamento com outra pessoa.”

Me digam, vocês que chegaram (bravas lutadoras o/ ) até esse 4º livro não acham que Trevor merece uma pessoa muito menos complicada que Theresa? Ele é um fofo e acho que merece alguém melhor, na minha opinião. Ponto!

Continuando.
Quando Tessa ligou para agradecer o salvamento Zed disse que a ia visitar. Entre as interferências de Hardin para que isso não acontecesse e tal, aconteceu. E foi aí que eu vi que tinha razão desde o começo: Zed é sim um FDP tanto quanto Hardin.

“- Só quero que você saiba com quem está lidando. Ele não é a mesma pessoa quando você não está por perto.
– Isso não é ruim. Você não o conhece.
– Você também não conhece o Hardin de verdade. Você passa o tempo todo brigando com ele.
– Qual é o seu objetivo, Zed?
– Nenhum. Só pensei que depois de todo esse tempo e de todas as merdas pelas quais ele fez você passar, você ia enxergar a verdade.
– Você contou a ele que viria aqui?
– Não
– Você não está jogando limpo.
– Nem ele.”

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Preciso dizer mais alguma coisa depois disso? Acho que não. Claro que tem mais pedaços grande da conversa entre eles que não citei, mas o spoiler dessa parte já foi bem grandinha.

Uma coisa que quero falar também e sobre as piadas dele no período menstrual. Sério, desnecessário e brochante! Não sei se esse é um costume americano, mas brocharia legal com isso.

Fiquei muito feliz mesmo por Landon não ter ido embora ainda nesse livro, apesar de suas poucas aparições. Acho que ele é o melhor de todos ali, o mais centrado.

“Vocês dois, escutem uma coisa. Vocês não podem fazer isso de novo. Hardin, você não pode deixar as pessoas te atingirem desse jeito; a opinião da Tessa é a única que importa. Deixa a opinião dela ser a única voz na sua mente. E Tess… Você não precisa se sentir culpada e tentar convencer o Hardin de que quer ficar com ele; o fato de você continuar com ele depois de tudo deveria ser prova suficiente. A Tessa precisa de você nesse momento. Os pais dela estão gritando um com o outro na sala, então fica do lado dela em vez de fazer tudo girar em torno de você”

Melhor personagem de todos! o//

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Entre tantas coisas que acontecem, tipo o chamado para o casamento da mãe dele em Londres, o pai e a mãe de Tessa ainda dando trabalho, ela vai no ginecologista. Enfim, né? Depois de vermos Hardin reclamando em quase 2 livros que quer se livrar da camisinha… Não que ele mereça isso, mas, fazer o quê?! Mas nessa visita, ela descobre que pode ter um problema no colo do útero que pode gerar infertilidade. Para quem deseja um dia ser mãe é algo que realmente abala. Ela se questiona por não saber porque é uma possibilidade tão dolorosa, já que Hardin decidiu pelos dois que não quer ter filhos, não teriam. Mas uma coisa é você estar em situação de negação por dizer que não quer ter filhos, outra bem diferente é você saber que há a possibilidade de não poder tê-los. Nessa parte eu entendo bem o que Tessa sente porque já passei por isso… De certa forma ainda estou passando.
Mas o que interessa são os personagens aqui e não eu, não é?!

Bom, Hardin decide ir para o casamento da mãe com sua garota e ela vai até a loja de noivas como a mãe dele. E quem ela encontra? Isso, mais um fantasma do passado de Hardin, Natalie. A garota que ele destruiu a vida por causa de um vídeo. Sabendo da atual vida da garota, Tessa troca uma tímida conversa e percebe algumas coisa…

“A tristeza supera meu medo quando ela coloca a minha mão em sua barriga, protuberante de um jeito que a minha provavelmente nunca ficará, e vejo a aliança dourada em seu dedo, algo que provavelmente nunca terei.”

Fiquei realmente como pena de Tessa nessa parte. Me senti bem solidária com ela como não fui em nenhum dos outros livros.
Daí para o final do livro eu vejo que quando Hardin define que “Tudo e todos na minha vida são fodidos” realmente tem razão. Fiquei realmente enojada pelo que sua mãe fez uma noite antes do casamento e ainda com quem ela fez. Fiquei ainda mais indignada quando foi revelado que Vance é na verdade pai de Hardin. O coitado realmente só se ferrou desde que fora concebido, pelo visto. Fiquei com pena dele. Mas pra saber dessa parte da história só lendo o outro livro.

Algumas outras frases que destaquei:

“Onde ele estiver é minha casa”

“É exatamente por isso que não tento ajudar as pessoas. Não tenho experiência nisso. Sou muito bom em ferrar com tudo, mas não sei salvar.”

“Todo mundo merece uma segunda chance, até mesmo os piores pecadores, você não acha?”

“As mulheres fazem muitas coisas para impressionar os homens, que mal notam a diferença.”

Aguardem para ver a resenha do 5º livro. Sei que não devem aguentar mais, mas parece que é o último livro da saga \o/.
Bjão!

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Resenha: After – Depois do Desencontro – Anna Todd

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Hey, pessoas! =D

E mais uma vez estou aqui para falar de quê? Sim, ‘After’.
Deve ter alguém falando “CHEGA! NÃO AGUENTO MAIS!” Eu te entendo bem, colega. Mas eu disse pra vocês (e pra mim mesma) que vou ler essa saga até o fim.
Neste livro, subtitulado ‘Depois do desencontro’ Hardin e Tessa continuam no chove e não molha de sempre. É quase como ouvir a música ‘Na, Na, Na’ do One Direction, mas apagar toda versão praia que se curte da música e transformá-la em um Won’t Back Down’ do Fuel… Mais ou menos por aí.

Devo confessar que teve trechos (muitos deles) em que eu me perguntei “Por que, patavinas, decidi resenhar essa saga???” Mas no final, também devo confessar, acabei me simpatizando com Tessa. Casseta, demorou 3 livros pra que isso acontecesse! E eu sempre gosto da personagem principal em poucos parágrafos, mas Tessa realmente demorou a entrar no meu coração. Quer dizer, não posso dizer ainda que ela entrou, mas estou um pouco mais simpática com ela.
Hardin me irrita profundamente e não consigo de maneira alguma encontrar Harry Styles nele. Não adianta gente, não dá. Zed como Zayn até vai, mas Hardin como Harry, não me desce!
Confesso que até agora meu personagem favorito é o Landon e estou de coração partido por ele ir para Nova York e (não sei, mas espero que não) vai aparecer bem menos na história. Gosto do Trevor e da Kim também.

Prosseguindo… E preciso deixar spoilers. Desculpem, mas não tem como não deixar.

Tessa está quase realizando o sonho de morar em Seattle. Mas, como sempre, Hardin fica na mesma atitude de “Você faz o que eu mando e não vai sair daqui, a não ser que eu queira” BLÉ!

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Sério, não sei se teria paciência pra aguentar um ser desses não. Exatamente por esses trechos:

“Ele sabe que Seattle é importante para mim, e eu estou sempre cedendo por ele — e é isso que me magoa mais.”

É quase um jogo de que quem magoar mais ganha o troféu. É doentio!

“- Eu não tenho motivo nenhum para ir para Seattle.
– Tem eu… você iria por mim.
– Isso não basta.”

Mas para ir morar em Londres basta ela ir APENAS por ele. AFF!
Eu sei que o tatuado é problemático e que muitas garotas que leem a saga devem querer pegá-lo no colo e ninar, dizendo coisas fofas e tals, mas mew! Isso é irritante! Muito irritante. Para esse garoto tudo é motivo de tiro, porrada e bomba. E só sabe suavizar quando “consegue” ver o que está prestes a perder… Ou nem isso.

“Eu sou um filho da puta patético”

É MESMO!

Quando ele disse:

“Só estou tentando marcar minha posição.”

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Não sabia se ria de raiva ou de ver o quão idiota ele consegue ser ainda mais. Imaginei Tessa como um poste e Hardin como um cachorro que faz xixi e depois raspa as patas com aquele ar de “Quem manda aqui sou eu!” Fala sério!

Fora que depois de uma briga, sai pra beber e volta pra brigar mais um pouco e solta:

“Eu caso com você”

A menina já é carente e também problemática, além de sonhar com uma família e o garoto me solta uma dessas! Realmente um chantagista nato. Tudo para que ela se renda as suas vontades.

Quando, dentro de mais uma briga ele diz:

“Você só está inventando desculpas para o seu comportamento psicótico”

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Eu quis rir de novo… O sujo falando do mal lavado. Praticamente uma piada vindo de quem veio. Patético!

Quero abrir uma pausa na crítica sobre o Hardin para esse diálogo:
“- Certo, o que estou vendo agora é uma coisa — dou uma olhada para Hardin — preta.
– A alma do Hardin!”, Landon grita, e eu dou risada.
– Acertou!”
LANDON MELHOR PESSOA DESSE LIVRO!

Voltando.
Depois que ele faz a palhaçada de acabar com o negócio de Tessa sobre o apartamento na cidade que tanto sonha se mudar e ela descobre.

“É sempre a mesma merda: você faz alguma coisa, esconde alguma coisa, diz alguma coisa, eu caio no choro, você pede desculpas e pronto! Está tudo perdoado.”

Uma hora a luz chega na mente da criatura! Mas ainda sim tinha muito pra acontecer.

“Para não perder o costume, dou um murro na parede do lado da escada.
– Merda
Para o meu azar, descubro que não é feita de gesso, e sim de madeira maciça, e a dor é mil vezes pior.”

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Sabem o que eu achei disso? ACHEI FOI POUCOOOO! Tinha que ter doído mais! Sou ruim mesmo! RUM!

Outra coisa que pensei “Nossa, pra quê se importar com isso, Pai amado!” foi quanto Tessa estava procurando outro apartamento e pensou:

“Prefiro que as pessoas tenham que passar por um hall de entrada para chegar ao meu apartamento”.

Mas enfim, gosto é igual a… Esqueçam!
Seguindo.

Quando a garota diz a Hardin que não quer mais que ele vá com ela eu quase aplaudo. Ela acordouuuu!
A crueldade e o prazer que ele tem em ferir as pessoas dá enjoo muitas vezes. Ele diz que a ama e depois diz naqueles palavreados escrotos:

“… não vai encontrar ninguém que fode você tão bem quanto eu.”
“Ela estava às gargalhadas quando na verdade deveria estar sentada na minha frente, implorando pela minha atenção.”

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Imbecilidade a gente vê por aqui! Esse garoto é um imbecil!

Quando Riley entra na historia eu quase sinto alívio pois ela disse muitas das coisas que tenho vontade de dizer a esse idiota:

 

” – Bom, a Tessa é minha, e não me interessa o que ela acha disso.
– Falou o perfeito babaca”

“Escuta só, cara. Eu não preciso saber os detalhes, mas estou há quase uma hora aqui com você.  Sei que você é um grosso, e ela é carente…”

O que, pelo menos me deixou um pouco mais atenta a continuar foi que ele teve uma clareza de perceber que poderia estar com ela enquanto esta conquista o seu espaço e isso não significa que vai perdê-la. A conversa com seu pai também foi um passo a frente do que eu esperava. Mas, sinceramente, quero que continuem afastados por um tempinho.
E o que dizer sobre a Steph? Pensei sinceramente que considerava Tessa. Mas é vendo coisas desse tipo que percebemos o quão essa garota estava cercada de gente falsa. E, pra ser honesta, não confio muito no Zed.
Entre outras partes que grifei, estão:

“Com ele, a verdade e a mentira variam de acordo com seu humor.”

“Existe uma grande diferença entre amar uma pessoa e não conseguir viver sem ela, sabia?”

“Se tem uma coisa que aprendi na vida é que as pessoas que fingem que não se importam são as que se importam mais.”

Confesso que os últimos capítulos desse me deixaram mais interessada que os outros 2 livros.
É isso! Vamos ao 4º livro da saga.
Beijos!
=*

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Resenha: Grey e Cinquenta Tons de Cinza – E. L. James

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Olá! 😀
Resolvi dar um intervalo em After. (Por favor, eu mereço!)

Hoje venho falar de “Grey”… Mas também sobre “Cinquenta Tons de Cinza”, o que dá quase (ou realmente dá) na mesma, escrito por E. L. James.
Eu já havia lido toda a trilogia, mas nunca pensei em resenhar sobre ela até começar a fazer resenhas de outros livros. E quando comecei a ler Grey, decidi reler 50 Tons ao mesmo tempo, comparando as visões de Anastácia com as de Christian.

Preciso dizer que realmente me diverti lendo Grey. O bonitão dá toda a pinta de que é poderoso, intocável e sério, mas na verdade é bem sarcástico. E esse seu sarcamo me rendeu vários risos, principalmente lendo os dois livros simultaneamente.

Você, talvez, pode estar achando estranho.
“Como pode rir de um livro que mostra Sadomasoquismo e sexo forte?”

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Mas, a bem da verdade, é que já li livros com cunho sexual muito mais fortes que 50 Tons de Cinza e  Grey. E a parte sadomasoquista mostrada ali não chega perto do que pessoas que curtem esse tipo de coisa praticam. O descrito por E. L. James foi apenas uma introdução. E não vejo essa trilogia como perdição, coisa de virgem ou pornô para mamães, como ficou mundialmente conhecida graças aos que nunca leram o livro, mas gostam de falar sobre algo que não sabem.

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Ele é SIM um romance. Está aí para quem quiser ler. Mas me parece que muitos gostam de ver apenas a parte que julgam podre de Christian e sonsa de Ana. Por isso, nessa resenha venho revelar algumas coisas.

1º ANA NÃO É SUBMISSA

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Não digo isso porque ela foi ‘encontrada virgem’ ou pela sua inocência sobre o mundo BDSM (acrônimo para a expressão Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo, em inglês). Mas sim porque ela é independente, sabe o que quer e o que sente. Ela apenas quis experimentar o desconhecido por ter se apaixonado por Grey e soube que essa era maneira de tê-lo por perto. É pecado querer agradar? Quantas vezes você já não fez algo que não lhe agradava por causa de seu/sua parceiro(a) só para vê-lo(a) feliz? Pois é, Ana fez o mesmo.
E neste trecho do livro, vê-se bem isso.

“Será que sou submissa? Vai ver que dou essa impressão. Vai ver que o induzi a essa conclusão equivocada na entrevista. Sou tímida, sim… mas submissa?”

É exatamente aí que Ana prova que não é submissa. Se fosse, não questionaria, simplesmente aceitaria. Já ela argumenta e toca em pontos que uma submissa não o faria.
2º GREY DESDE O PRINCÍPIO FOI DOMINADO POR ANA

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Sim! Pasmem com isso!
Não digo dominação no fato do BDSM, mas sim do seu interior, do coração que ele julgou não ter assim que a conheceu no escritório. Nem ele mesmo sabia que poderia sentir-se vivo daquela maneira. Ele não sabia que poderia amar alguém devido seu histórico difícil de vida.

Grey me vez rir, mas também me fez sentir compaixão. A infância do grande magnata foi terrível. Presenciar tudo o que presenciou com apenas 4 anos foi um choque terrível, e acho que seria para  qualquer um de nós. Nunca se sentiu digno de ser amado porque não foi isso o que aprendeu na primeira infância. Não presenciou carinho, mas chutes, socos, palavras rudes, fome e opressão. Vivia sujo e, pior que isso, se sentia sujo. Nada poderia lavar essa sensação de impureza… Não até ele se apaixonar por Ana e sentir que ela era o bálsamo que necessitava para lavar seu interior tão sujo.
As experiências sados que teve com Mrs Robinson faziam com que Grey se sentisse aliviado, e isso para muitos foi descrito como abominável, assim como para Anastácia. O que muitos não entendem é que Christian se sentia tão mal, tão sujo e tão desprezível pelo que havia passado que, mesmo depois de ser adotado e amado pelos Grey, não foi o suficiente para que o amargo do passado acabasse. Ele se sentia só em sua imundície. Só entre milhões de pessoas, até Ana aparecer e se mostrar a luz que precisava, mesmo negando o quanto estava apaixonado, mesmo negando ter um coração.

Ana teve uma vida diferente de Grey, não passou pelas dificuldades, mas perdeu o pai prematuramente
e se sente uma desajustada. Conviveu com a mãe passando por vários casamentos até encontrar Bob, o numero 4 e definitivo… Pelo menos até o fim da trilogia 😛
É uma garota com amor à literatura e aos romances. Sua mãe é uma romântica incurável e Ana sente o mesmo, desejou isso para ela também; não com o mesmo numero de casamentos da mãe. Quando conheceu o homem dos olhos cinzentos descobriu-se apaixonada pela primeira vez e viu tudo jogar contra esse sentimento: A riqueza de Grey, a beleza, o status social… Tudo dele era nada dela. Não tinha ideia que o laçara como ninguém foi capaz.
Ela descobre aos poucos os pontos sensíveis do magnata e deseja saber mais a fundo. Mas o que mais deseja é tocá-lo; algo simples, mas tratado como limite rígido para o homem. Isso é o que mais a entristece e o que mais me fascinou no livro. Ela querer o simples enquanto ele lhe mostrava o complicado, mas bem lá no fundo queria tanto o simples como ela. Esse era o “Mais”.

Ele achava que precisava impor limites. Ela não os queria ter. Ele necessitava da punição. Ela ansiava por um carinho. Ele propôs um acordo redigido em contrato. Ela questionou todas as cláusulas, mesmo sabendo que não desejava o homem dominador, e sim aquele que estava por trás da máscara séria preso em sua Torre de Marfim.
Ela queria contato, queria o “Mais” de coração. Ele queria o “Mais” de punição, e não era uma punição necessariamente dela por ter feito algo. Pelo que pude entender na leitura era uma punição dele, para ele se sentir vingado pelo que vivera, para exorcizar seus fantasmas… Para se sentir livre.
Mas essa liberdade lhe custou um amor. Um amor que não sabia que podia sentir, que achava não ter direito, mas tinha. Era seu e sempre foi. E quer voltar para os braços daquela que o livra dos seus pesadelos, que é seu paraíso, sua Ana.

Essa parte define um pouco os pensamentos de Christian quanto a punições.

 

“- Por que precisa me controlar?
– Porque isso satisfaz uma necessidade minha que não foi satisfeita em meus anos de formação.
– Então é uma forma de terapia?
– Nunca pensei nisso dessa maneira, mas sim, acho que sim.”

Isso é essencial para se entender o motivo de tudo e achei falho não conter essa parte no filme, pois abriu a brecha para aqueles que não leram o livro de julgar Christian sem saber o que se passa. É a chave para compreender Grey e todas as suas ‘esquisitices’.

Marquei muitas, muitas partes em ambos os livros. Em alguns dos que escolhi publicar aqui, coloquei meu ponto de vista.

CINQUENTA TONS DE CINZA

“- Essa citação, Tess diz essas palavras para sua mãe depois que Alec d’Urberville
tira a virgindade dela.
– Eu sei – reflete Kate – O que ele esta tentando dizer?
– Não sei e nem quero saber, Não posso aceitar esses livros. Vou devolver com outra citação
desconcertante de alguma outra parte obscura do livro.
– O trecho em que Angel Clare diz; Vá para puta que pariu? – Pergunta Kate com uma expressão
totalmente impassível.
– É, esse trecho.”

“- Venha, quero mostrar meu quarto de jogos.
– Quer jogar Xbox?”

“Devia ser proibido por lei alguém ser tão bonito assim. Penso no quarto lá em cima… Talvez ele
não ande dentro da lei,mesmo.”

“O único homem por quem já senti atração, e ele vem com o raio de um contrato, um açoite, e um
mundo inteiro de problemas.”

” – Desliga você – sussurro.
Finalmente, noto o sorriso dele.
– Não, desliga você.
E sei que ele abriu um sorriso.”
Só eu acho isso de “Desliga você” broxante? ¬¬’

“… Minha deusa interior suspira aliviada. Chego a conclusão de que ela raramente usa o cérebro para pensar, usa antes outra parte de sua anatomia…”
Já sabia disso. Tanto que muitas vezes tive vontade de amarrar essa deusa interior e chicoteá-la…
De raiva. Muitas vezes ela me faz ter vergonha alheia.

“- Eu sou muito intenso?
Caio na gargalhada.
– Bota intenso nisso!…
– Está rindo de mim, Srta. Steele?
– Eu não me atreveria, Sr. Grey – respondo me fazendo de séria.
– Acho que se atreveria, e acho que ri de mim com frequência.
– Você é bem engraçado.
– Engraçado?
– Ah, é.
– Engraçado estranho ou engraçado rá-rá-rá?”
Se eu fosse Ana, diria que seria um engraçado estranho, mas que me faz dar muito rá-rá-rá.

“- Desembucha, Grey.
Bocejo.
– Srta. Steele, você sabe como acabar com um clima.
– A gente fez um acordo.
– Como está se sentindo.
– Enganada.”
Essa foi uma das partes que mais ri e mais senti falta no filme. Quem leu o livro sabe do que
estou dizendo.

“- Os homens são muito complicados, Ana. São criaturas muito simples e literais. Normalmente o
que eles falam é o que pensam mesmo. E a gente passa horas tentando analisar o que falaram, quando está na cara.”
Será mesmo assim? Homens, confirmam ou não?

GREY

“Paz? Não tenho paz desde que a Srta. Steele caiu na minha sala.”

“- Hum… nós gostaríamos de combinar a sessão de fotos para o artigo.
Amanhã se possível. Onde seria conveniente para o senhor?
No meu quarto. Só eu, você e as braçadeiras.”

“Não vou a encontros… Só se for com ela.”

“Quero que ela seja minha, mas justamente neste momento… Sou dela.”

“Aceito as condições, Angel. porque você sabe melhor que ninguém qual deveria ser meu castigo;
apenas – apenas – não o torne maior do que poso suportar!”
Amo argumentos literários! ❤

“- Você tem que fazer isso?
– Tenho.
– Por quê?
Você não quer mesmo saber.

“-Por que não gosta de ser tocado?
-Porque sou 50 vezes fodido, de 50 maneiras, 50 tons diferentes, Anastasia”

” – Ainda está em Portland?
– Sim. Mas vou embora daqui a pouco.
– Estarei aí mais tarde. Vou ajudar as garotas com a mudança. Pena que você não pode ficar. Seria nosso primeiro ENCONTRO DUPLO desde que Ana tirou sua virgindade.
– Vá se foder. Vou buscar Mia.
– Preciso de detalhes, irmão. Kate não me conta nada.
– Ótimo. Vá se foder. De novo.”
Melhor conversa entre Grey e seu irmão!

“É como estar com saudade de casa e já ter voltado para lá, tudo ao mesmo tempo… e é apavorante.”

“É muito difícil crescer numa família perfeita quando você não é perfeito.”

Acho que por aí já se pode entender os questionamentos de Grey e a vontade de Ana de querer ajudá-lo. Quer dizer, se você realmente quis entender a história e não mergulhou demais no sexo, sado e etc., pois se escolheu essa opção vai ser difícil ver qualquer outra coisa na história que não seja sexo e açoitamento.

O dois livros custam entre R$ 16,00 e R$ 40,00. Mas fiquem ligados nas promoções de sites como Submarino ou mesmo conseguir trocar o seu no Skoob.

É isso!
Logo volto com mais uma resenha!
Bjs!
:*

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Resenha: After – Depois da Verdade – Anna Todd

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Olá, pessoas!

Como disse que seria persistente sobre a saga After, cá está mais uma resenha sobre ela.
No segundo livro, subtitulado ‘Depois da Verdade’, Hardin está cada vez mais otário e Tessa irritante como sempre. Ok, não foi muito específico, né? Além de ter sido bem duro esse comentário. Mas o fato é que Hardin é quase como aqueles lutadores de UFC que se preparam para a luta e tudo o irrita, o transtorna.

Tudo na história acontece como uma dança das cadeiras eterna. É como muitos dizem por aí “Tudo certo, nada resolvido”. Hardin continua com suas paranoias de que Tessa vai o abandonar no minuto seguinte. E vamos combinar que a garota não o ajuda muito a se conter. Eles se complicam por si só, e com a soma de intriga das pessoas ao redor, o que podia amenizar acaba somente prejudicando o relacionamento. Um garoto turrão que se vê no direito de mandar e uma garota que ainda está dividida entre obedecer ou de pensar por si mesma. É bem estressante. Interessante, mas estressante.
Um ponto bom nesse segundo livro foi que Hardin, enfim, teve voz. Ficou (talvez) um pouco mais claro entender o que se passa na cabeça transtornada dele. A devoção de Tessa pelo namorado me assustou de certa forma. Deu para notar quão perdida a garota é por descrevê-lo como “tábua de salvação”.

“De alguma forma, ele se transformou no pilar que sustenta o meu mundo e, sem ele, só o que me resta é o entulho daquilo que um dia foi a minha existência.”

É assustador!
Meninas que leram ou lerão este livro, por favor: NUNCA coloquem um homem na frente dos seus sonhos e dos seus objetivos. Mesmo que a vida lhe dê uma rasteira grande, não façam isso. Coloque seu empenho, sua sustentação em si próprias, em sua determinação, em sua coragem de lutar pelas coisas que acreditam, mas NUNCA em uma pessoa. Queira ter alguém para dividir suas conquistas. Queira ter alguém para dividir o seu mundo, não para ser o pilar dele.

Mas em alguns pontos, concordo com Tessa:

“Nunca vou entender por que as pessoas gostam de pagar para ficar com dor de cabeça e inalar fumaça sintética enquanto se espremem em meio a estranhos.”

Sorry gente, é que não curto muito baladas. Nada contra quem curte.

“A melhor coisa de ler é escapar da sua vida, viver centenas ou mesmo milhares de vidas diferentes. A não ficção não tem esse poder… Não muda o leitor do jeito que a ficção é capaz.”

“Gosto de pensar que cada romance que li se tornou uma parte de mim, ajudou a criar quem eu sou, de certa forma.”

A parte em que fala que a não-ficção não tem o poder de mudar o leitor eu não concordo. Há sim muitos livros de
não-ficção que podem mudar o leitor. Na verdade, qualquer livro pode mudar o leitor, basta que ele se entregue totalmente ao que ler. É uma mudança que depende do seu querer, assim como a ficção.
Há outra parte que achei bem interessante:

“Mas é assim que as coisas acontecem no mundo real. Você é preso se atacar alguém, na faculdade ou fora dela.”

Vamos ser realistas e perceber que esta parte definitivamente não se encaixa em nosso país, não é? Por tudo o que vemos nos jornais e, pior, em nossas vidas.

Outra coisa que concordo, dessa vez, com Hardin:

“As pessoas não se casam mais pelos motivos certos.”

Realmente acredito que não. Muitos, porque também não dá pra generalizar, já se casam pensando no divórcio. “Ah, vamos ver no que dá. Se não der certo, eu separo”. Gente, pera aí, né?! Se pensa em casar, se case porque quer dividir sua vida a longo prazo, com quem você quer que seja mais que um corpo na sua cama pra fazer sexo todo dia de manhã ou na hora que lhe der na telha. Case por amor; case sentindo amor, não insegurança ou medo de ficar sozinho eternamente. Se estiver inseguro, não case. Pois vai ser um caos completo na sua vida e na vida do outro!

Entre outras citações e diálogo que marquei neste livro estão:

“Ninguém é inocente de verdade no mundo, ninguém. As pessoas que se julgam perfeitas são as piores.”

“… não é fácil ver alguém conseguir o que você queria, por mais feliz que possamos nos sentir pela pessoa”

“Essa não era a dor sobre a qual li nos romances. Não é uma dor que está apenas em minha mente, não é física. É uma dor na alma, algo que está me destruindo por dentro”

“… às vezes, gostaria de poder desligar a mente como muitas pessoas parecem fazer”

“- Amor, relacionamento, essas coisas. Não precisa ser assim tão difícil.
– Mas essas coisas não são sempre assim?”

“…quando você aceita mentiras demais, fica difícil encontrar o caminho de volta para a verdade.”

“O amor não deveria ser uma batalha”

“Infelizmente, o amor e o bom senso nem sempre andam juntos”

“Pode me fazer o homem mais feliz do mundo ou me destruir com uma única palavra.”

“É como se eu estivesse enlouquecendo aos poucos, e a pior parte é que não estou nem aí, desde que isso me ajude a me aproximar dela de novo.”

“Minha vida antes dele era bem simples e definida. Agora… depois dele… é só… o depois.”

O preço está entre R$ 20,00 e R$ 35,00. Mas, como já falei por aqui, fiquem ligados nas promoções.
Vamos ver o que o terceiro livro da saga nos aguarda.
Beijos
:*

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