Resenha: Felizes Para Sempre – Kiera Cass – Editora Seguinte

E aí, galere!

Voltei para falar de Felizes para Sempre, coletânea dos contos de A Seleção, escrito por Kiera Cass e publicado pela Editora Seguinte. Estes contos foram muito bons para entender diversos lados da história e cessar um pouco dos nossos questionamentos. Mas não imaginava que minha resenha ia dar quase um livro. Tentei resumir o máximo, mas me empolguei. Tenham paciência e não desistam de mim, por favor!

Vou seguir o livro para fazer meus comentários, ok?

 

A Rainha

Aqui vemos a rainha Amberly por outra perspectiva, a de Selecionada. Me encantei ainda mais por ela, por seu jeito meigo e por seus bons olhos. Amberly era apaixonada pelo, então, príncipe desde que se entendia por gente. Se preocupava em ser boa para merecer o amor de Clarkson. Parecia frágil e tinha a saúde debilitada, mas se percebia que era muito forte; mais forte do que pensava ser. Foi o conto que mais me emocionou e me levou literalmente às lágrimas, por motivos de ser tão bem detalhado e, também, por motivos pessoais.

“— Então é isso? Serei como ele, minha esposa como ela, e acabaremos por desmoronar? Levantei o braço e toquei seu rosto novamente. Ele não se contraiu dessa vez. Em vez disso, inclinou-se para mais perto. Embora seus olhos ainda estivessem repletos de preocupação, o gesto pareceu acalmá-lo de verdade.

— Não. Você não precisa ser nada que não quiser. Gosta de ordem? Então planeje, prepare. Imagine o rei, o marido e o pai que quer ser e faça tudo o que for necessário para chegar lá.

Ele me encarou, quase com pena.

— Chega a ser bonito você achar que isso basta.”

 “Ser incapaz de produzir um herdeiro valioso para o trono era algo hipotético, uma possibilidade distante. Mas ser incapaz de produzir um Quatro sequer? Era muito para suportar.”

“—… Agora, se você fosse pedir o mínimo da vida, o que pediria?

— O mínimo? Por que alguém iria querer o mínimo? — ela brincou, sem compreender.

— Mas não deveria haver um mínimo? Não deveria haver um mínimo aceitável que a vida nos desse? É demais pedir um emprego que você não odeie, ou alguém para chamar de seu de verdade? É demais pedir um filho? Mesmo um filho que alguns consideram defeituoso? Será que eu não poderia ter ao menos isso?”

“É estranho descobrir o quanto você é importante para pessoas que não sabia que se importavam tanto.”

“Seu mundo parecia um furacão. Eu seria o seu centro.”

“— Estou desesperado por tranquilidade. Acho que você é a minha única chance de obtê-la.

Abri um sorriso.

— O centro do seu furacão?

Ele soltou o ar, aparentemente aliviado.

— Sim.

— Eu ficaria feliz em ser isso para você”

 

“— Você será a única coisa no mundo realmente minha. E vou colocá-la em um pedestal tão alto que será impossível alguém não te adorar.”

 

O Príncipe

Maxon é o típico príncipe que você suspira e pensa “Por que um desses não aparece na minha vida, meu Deus?!”

Ele é bondoso, amoroso, inteligente e charmoso. Maaaas também tinha seus momentos de turbulência, o que nos faz questionar sobre o quanto de bom ou ruim tem dentro de si.

Porém, como a própria autora disse, ele é o personagem mais disposto a compartilhar o que sente.

Já tínhamos visto a dureza da relação do rei Clarkson com seu filho no primeiro livro, mas neste conto ficou ainda mais explícito. Maxon aguentou muitas coisas e sua mãe também para manter a pose entre os seus súditos.

 

“— E se eu não gostar de nenhuma?

— Então escolha a que odiar menos. De preferência, alguma que seja útil. Não se preocupe quanto a isso. Vou ajudá-lo.

Se a intenção dele era me tranquilizar, não deu certo.”

“Aquelas garotas seriam minhas, a única coisa no mundo que poderia me dar essa sensação. Mas elas não eram.”

“Mas, agora, eu poderia compartilhar meu mundo com outra pessoa, e seria a melhor experiência de todas, porque… porque essa pessoa seria minha. E eu seria dela. Estaríamos sempre juntos. Ela seria para mim o que minha mãe é para meu pai: seu porto seguro, a calma que o mantém com os pés no chão. E eu poderia ser seu guia, seu protetor.”

“Algo em seus olhos revelava certa malícia, proposital ou não. Pensei no seu comportamento na noite anterior e percebi que ela era uma revolução ambulante.”

“— Você chamou todas de “minha querida”? — perguntou apontando para o resto das garotas com a cabeça.

— Sim, e todas parecem ter gostado — respondi com ar alegre e orgulhoso.

O desafio ainda estava presente em seu sorriso quando ela falou:

— É exatamente por isso que eu não gostei.”

 “Ela não parecia ter nenhum ar de realeza, embora talvez houvesse algo de nobre em seu orgulho. E, claro, ela não nutria qualquer desejo por mim. Ainda assim, não conseguia me livrar do impulso de ir atrás dela.”

“Havia algo nela… Mesmo seu jeito de não gostar de mim era atraente. Não pude evitar um sorriso.”

“- Depois eu – ela adisse ao nos aproximarmos da escada. Fiquei radiante.
– America Singer, minha melhor amiga.
Ela fez uma careta brincalhona e seus olhos azuis brilharam sob a luz.
– Isso mesmo.
Senti um estranho conforto ao ouvir essas palavras.”

 

O Guarda

Confesso que tive uma relação de amor e ódio com Apsen. Gato demais, porém muito trouxa ao deixar America como deixou para depois correr atrás dela no meio da Seleção.

Porém, o conto me ajudou a entender um pouco do que se passava em sua cabeça (além de ser o que mais grifei citações). Acredito que se ele não tivesse feito o que fez na casa da árvore, ficariam juntos… Mas não teríamos nossa história, né?

Por isso preciso, na verdade, o agradecer por sua ação e ter nos dado esse presente. Vocês podem não ver com os mesmos olhos que eu, mas é no que eu acredito: Sem o cabeça-dura de Apsen não existiria a série A Seleção.

Então, muito obrigada, Apsen! ❤

 

“Como eu iria encarar aquela situação? Como poderia ficar lá e protegê-los? Ele daria a ela uma aliança que eu jamais poderia comprar, uma vida que eu jamais poderia oferecer… e eu o odiaria até meu último suspiro por isso.”

“O único motivo que o levaria a arriscar ser pego era o mesmo que me levara a fazer exatamente a mesma coisa: ele devia amar Marlee desesperadamente.”

“— Você tem certeza de que quer ver isso? — cochichei para ela. — Vai ser horrível.

— Eu sei. Mas gostava muito da senhorita Marlee — ela respondeu, também baixinho. — Sinto obrigação de ficar aqui.

— Ela já não é uma senhorita — comentei, certo de que ela seria jogada na casta mais baixa possível.

Lucy pensou por um instante.

— Qualquer garota que arrisca a vida por alguém que ama com certeza merece ser chamada de senhorita.

— Você tem razão — eu disse, sorrindo. Observei enquanto as mãos de Lucy se acalmavam e, por uma fração de segundo, um sorriso se abriu em seu rosto.”

“Fazer as pessoas sofrerem é uma arte — e o palácio parecia tê-la dominado.”

“— Você o conhecia?

Fiz uma pausa antes de responder; não sabia se estava a fim de falar.

— Não muito. Mas tínhamos bastante em comum. Não consigo acreditar no que aconteceu. Não acredito que ele perdeu tudo.

— Ah, tudo não significa nada quando se ama alguém. Especialmente na juventude.”

“— É normal ficar irritado, mas isso não vai levá-lo a lugar nenhum. Você precisa pensar no que pode aprender com tudo isso. Até agora, parece que só aprendeu a bater em algo que não pode reagir.

Errei o golpe.

— Olha, sei que você quer ajudar, mas estou trabalhando aqui.

— Não vai funcionar. É um monte de raiva desperdiçada.

— Bom, e onde você quer que eu descarregue a raiva? No pescoço do rei? No do príncipe Maxon? No seu? — Acertei um golpe. — Porque isso não está certo. Eles se safam de tudo.

— Quem?

— Eles. Os Um. Os Dois.

— Você é Dois.

Larguei o machado.

— Sou Seis! — bradei, batendo no peito. — Não importa o uniforme com que me vistam, por dentro ainda sou um moleque de Carolina. E isso nunca vai mudar.

Ele balançou a cabeça e puxou o cabresto do cavalo.

— Parece que você precisa de uma namorada.

— Eu tenho namorada! — rebati enquanto ele se afastava.

— Então se abra com ela. Você está cerrando os punhos para a luta errada.”

“Nem sempre me sentia intimidado pelo rei, mas entre aquelas paredes, podia testemunhá-lo mudando milhares de vidas num estalar de dedos.”

“Se America não seria minha, então ele deveria tratá-la como uma princesa! Até então, Maxon falhara catastroficamente.”

“Claro que um homem que tinha tudo o que poderia querer ou precisar não entendia por que uma pessoa comum gostaria de ter as mesmas oportunidades.”

“America tinha muitas qualidades, mas a discrição não era uma delas.”

“Finalmente ela chegou até mim, e o mundo inteiro ficou melhor no segundo em que toquei sua pele.”

“Eu queria mantê-la em meus braços, tão próxima do meu coração que ela seria praticamente parte dele.”

“— As coisas são assim. O céu é azul, o sol é quente, e Aspen ama America para sempre. O mundo foi feito para ser assim.”

“-… É que já vi muitas pessoas deixarem o mal ao seu redor torná-las duras ou teimosas. No fim das contas, perdem a chance de tornar o mundo um lugar melhor porque só conseguem enxergar o pior…”

“Queria dar o mundo a ela, mas tudo o que tinha no momento eram as roupas do corpo.”

“Sim, ainda havia um longo caminho a percorrer, mas sabia que passaria rápido se o percorrêssemos juntos.”

“— Bom, vocês também são senhoritas muito simpáticas. Sempre fico feliz em vê-las.

— Não somos senhoritas — ela respondeu, baixando o olhar.

Discordei:

— Se Marlee ainda é uma senhorita por ter se sacrificado por alguém que amava, então vocês com certeza também são. Na minha opinião, vocês se sacrificam todos os dias. Cedem seu tempo e sua energia aos outros, o que é exatamente a mesma coisa.”

“— Posso tomar conta de mim mesmo — concluí.

— Sabemos que você é forte — Lucy disse, inclinando a cabeça para o lado — Mas aceitar ajuda também é um tipo de força.”

“Eu estava em busca das coisas boas. E ela era a única coisa boa em mim.”

“— Penso que nenhuma das outras garotas correria mais rápido do que eles.

America suspirou, aliviada, e sorriu.

— Nenhuma das outras é uma Cinco.

Comecei a rir, assim como os outros. Nem toda experiência nas castas inferiores era inútil.”

 

A Favorita

Marlee. Essa personagem é, fisicamente, totalmente diferente do que eu imagino. E não sei explicar o porquê. Mas o temperamento é o mesmo. Uma pessoa alegre, bondosa e otimista. Realmente A Favorita.

A vejo como o lado bom das pessoas… O lado bom que, no fundo dos meus pensamentos, é o que desejo ter. Sua história de amor com Carter pode ter acontecido de forma rápida, mas foi intensa, como é o sentimento.

É fácil julgá-la quando se é uma terceira pessoa. Mas se você já passou por algo parecido ou se consegue por um momento se imaginar na situação, vai compreender Marlee por inteiro.

 

“Mesmo naquele momento, sozinha na cela, tudo o que eu queria era que a dor dele acabasse.”

“Antes de ser uma Selecionada, eu me achava divertida, bonita e inteligente. Mas agora que estava no meio de um bando de garotas cuja missão diária era impressionar um garoto em particular, me sentia apagada, chata e pequena.”

“- Está tudo bem?
– Sim. Nada ferido além do orgulho.”

“Um pouco antes de as portas se fecharem, ele piscou pra mim e abriu um sorriso, e eu fiquei lá, rindo sozinha como uma idiota.”

“- Estou começando a entender como é inútil lutar contra uma paixão. Jamais culparia você por isso.”

“Queria agir como uma dama nessa situação, aceitar o castigo com nobreza. Mas parecia tão injusto. Era como se estivessem me tirando todas as coisas antes mesmo de elas serem minhas de verdade.”

“- Quando acho que estou começando a entender um pouco o que significa amar, vejo vocês dois, um pedindo para que o outro seja poupado. Então me pergunto se realmente entendo alguma coisa.”

“O sorriso dele era tão terno, e fazia tempo que eu não ficava tão à vontade com alguém.”

“Eu tinha encontrado minha alma gêmea. Eu sabia disso. E havia muito amor no meu coração para que sobrasse espaço para o arrependimento.”

“A dor era temporária, mas eu teria Carter para sempre. Meu amor, para sempre.”

“Não que um dia fosse me gabar de ser açoitada por amor, mas me dei conta de que algumas pessoas jamais saberiam como é especial ter alguém. Eu sabia. Eu tinha minha alma gêmea. E faria qualquer coisa por ele.”

“- Não deveria doer tanto.

– Não, não deveria.”

“- Perdi essa guerra. Sem chance de retirada agora.”

“Viver com ou sem o amor dele: para mim, as duas opções significavam flertar com a morte.”

“Levantei o olhar para ele e pensei eu, se pudesse escolher um marido para minha melhor amiga, seria ele.”

“- Você não me roubou. Não sou uma chaleira.

– Humm – ele ficou pensando. – Talvez você é que tenha me roubado. Porque me lembro com clareza que um dia pertenci a mim mesmo, mas agora sou todo seu.”

“- Parecia uma boa ideia – foi o que respondeu.

Inclinei a cabeça para o lado.

– America, sua cabeça está cheia de más ideias. Ótimas intenções, péssimas ideias.”

“- E você vai precisar de alguém para te impedir de passar dos limites – provoquei.

– Você esta de brincadeira? Preciso de um exército inteiro para me impedir de passar dos limites.”

 

Cenas de Celeste

Achei muito legal ter essa visão de Celeste sobre A Seleção. Mas me entristece lembrar seu desfecho. Não vou entrar em detalhes porque não sei se você já leu os três primeiros livros ou se está garimpando para saber como a série é antes de lhe dar uma chance. Se já leu, está entendendo com certeza o meu pesar. Se não leu, deve estar com uma ponta de curiosidade para saber. E não é ótimo querer saná-la?! 😉

 

“A sorte ia bem, obrigada, mas eu não precisava dela. Eu tinha um plano.”

“O trabalho que dava ser desse jeito o dia inteiro, todos os dias, era insustentável.”

“Quantas palavras doces seriam necessárias para tirá-lo daquele corredor e levá-lo para meu quarto?”

“- Mas eu nunca deixei você nervosa. Nem no começo.
Abri um sorriso.

– Não sou do tipo que se intimida fácil.”

“-… Não sei se sou capaz de amar alguém, não do jeito que você a ama.

Mesmo sem mencionar o nome de America, pude enxergar como o brilho de seus olhos mudou ao pensar nela.

– Acho que você é capaz – ele disse. – Talvez não agora – ele admitiu, com um olhar que me fez rir. – E você nem precisa começar a amar já. Ame a si mesma um pouco mais, até não aguentar mais a vida sem amar alguém.”

“Pela primeira vez, não me preocupei em parecer bonita ou não. Me sentia linda.”

 

A Criada

Lucy sempre teve meu carinho desde o início. É aquele tipo de pessoa que você deseja proteger de todo o mal. E suspeitava qual seria o seu desfecho… Mesmo sem premeditar o que aconteceria com suas companheiras, Anne e Mary.

Fico feliz pelo rumo que a história tomou para ela.

 

“- Você tem razão. E é por isso eu precisava saber: não importa por quanto eu tenha desejado que desse certo, aquele relacionamento não ia durar. Ele nunca viu a luz do dia.

– Nem o nosso.”

“Eu deveria ser grata. Mas eu estava cansada de agradecer por uma vida vivida pela metade.”

“- Como? Como salvei você?

Dei de ombro.

– Simplesmente por existir.”

“- … Você acha que anda, Lucy? Pois eu acho que você voa. Você se vê de uniforme? Eu vejo você numa capa. Você é uma heroína, uma heroína da natureza mais discreta e autêntica.”

 

O pequeno conto “Depois de A Escolha” foi um bônus muito bem vindo, obrigada!

Adorei ver o carinho de Maxon e America e como os dois mantinham suas amizades com Carter, Marlee, Aspen e Lucy. Neste conto não vou entrar em detalhes porque quero que vocês curtam a sensação… Que acredito ser ótima. Mas preciso citar aqui uma frase de Maxon que me derreteu toda.

 

“- Não é extraordinário? De repente, amo você cem vezes mais.”

Esse Maxon… Ai, ai, ai!

 

Há também mais um bônus neste livro com o título “Por Onde Elas Andam?” que conta o que aconteceu com as garotas da Elite. Mas não vou entrar em detalhes por aqui, desculpem.

 

O post ficou maior do que imaginei, mas espero que tenham gostado.

E não se esqueçam que depois desde regalinho da Kiera para nós ainda tem mais dois livros sobre a série.

O que nos aguarda? Vou conferir já, já!

Beijos :*

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