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Resenha: A Herdeira – Kiera Cass – Editora Seguinte

Olá, pessoas!

Mais uma resenha para vocês: A Herdeira; quarto livro de A Seleção escrito por Kiera Cass e publicado aqui no Brasil pela Editora Seguinte.

É claro que quem acompanhou a história de America e Maxon ficou curioso para saber como se desenrolou os anos, se tiveram filhos e etc. Pois Kiera realizou o desejo dos fãs e prolongou o que, de início, seria uma trilogia.

Eadlyn é a filha mais velha dos quatro rebentos da monarquia… Mais velha por sete minutos. Porém, esse pouco tempo já determinou toda sua vida: Ela seria a próxima na linha de sucessão; rainha de Illéa. E foi dessa maneira instruída desde sempre. Cresceu sabendo da responsabilidade que teria em suas mãos e isso a fez construir um muro ao redor de seus sentimentos muito maior do que os muros do castelo em que vive. Pelo menos foi isso que eu percebi.

O país estava mais calmo do que na época do rei Clarkson. Mas algumas rebeliões estavam acontecendo há algum tempo e tomando proporções maiores do que deviam; a monarquia não estava mais sendo bem aceita pela população. O rei Maxon estava preocupado com as atitudes de seus súditos e tentava, juntamente com sua amada America e seus conselheiros, ter alguma boa ideia para acalmar a população. Enquanto essa ideia não vinha, pensaram em um meio para entretê-los… Uma nova Seleção, agora, com sua primogênita. Isso nunca passara pela cabeça de Eadlyn, que até então não acreditava muito no poder do amor e no que ele poderia lhe trazer de bom. O interpretava como uma prisão, e foi mais ou menos como entendeu o pedido de seu pai para que fizesse a sua Seleção. Se vendo de mãos e pés atados, aceitou em partes a proposta. Em seu íntimo planejava fazer os garotos correrem do palácio, a temendo. Mas ela mal sabia que o amor em suas várias faces trama suas próprias armadilhas.

Seleção de frases:

“Tenho dezoito anos. Meus genes são programados para brigar com meus pais.”

“Não sei ao certo se acredito em destino. Mas posso dizer que às vezes aquilo que você mais deseja vai cruzar sua porta determinado a te evitar a qualquer custo. E, ainda assim, de algum jeito, você descobre que é suficiente para fazê-lo ficar.”

“Há coisas sobre nós mesmos que só aprendemos quando deixamos alguém se aproximar de verdade.”

“Você precisa viver um romance pelo menos uma vez na vida.”

“Acho que você confunde conforto com felicidade.”

“Não sei se alguém sabe o que procura até encontrar.”

“-… Acham que a vida deles está em nossas mãos, mas não está.
– Está nas mãos deles próprios.”

 

Encontrei alguns errinhos de português no meio da leitura, mas nada que comprometa tanto.

O que direi a partir daqui é a maneira como vi a história, ok?

 

Não posso negar que, em alguns momentos, as falas arrogantes da princesa me lembraram a Celeste. E também algumas maneiras de tratar Neema, sua criada. Totalmente sem noção e desnecessária.
Construí uma relação de simpatia e antipatia com a princesa de nome que eu até agora não consigo pronunciar e nem decorar, desculpem.

Ela tem muitas qualidades, mas quando determina ser fria e dura com os outros, incluindo seus pais, me dá certa raiva. Depois a compreendi, de certa forma. É difícil expressar o que se sente; é difícil se mostrar as outras pessoas, e não digo fisicamente. Ouso dizer que fisicamente é até mais fácil do que mostrar o que temos em nosso coração, o que sentimos.

E essa mistura de sentimentos me deixou ainda mais curiosa para ser o que vai acontecer nessa nova Seleção.

Minha resenha não foi tão longa hoje, mas espero que tenham gostado.

Beijos, até a próxima! :*

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Resenha: A Escolha – Kiera Cass – Editora Seguinte

Olá, pessoas!

Estou aqui mais uma vez para falar sobre a série A Seleção, mais especificamente sobre o terceiro livro da série (que descobri que era pra ser uma trilogia, mas beleza) A Escolha, lançado pela Editora Seguinte.

Conversando com minha amiga que é fã de lencinho (para aqueles que se emocionam com histórias) dessa série e procurando pela internet, descobri que irá virar filme. E perguntei se seria demais desejar que Phil Collins, um dos cantores e compositores que mais admiro no meio, seja O Cara para tomar conta da trilha sonora. Seria incrível! Por favor Warner Bros, tenha essa ideia também!!!

                        Ele também quer! Olha aí!

Voltando ao foco!

Nesta continuação, America segue com seus conflitos sobre Aspen, Maxon e o título de princesa. O rei se mostra descontente com a permanência da garota na Elite e pressiona o filho para que a descarte o mais rápido possível. Mas mesmo um pouco distante do príncipe, America percebe que algo sempre faz com que tenham que se reaproximar de alguma maneira.

Segredos os distanciam e os unem. As descobertas sobre seus próprios sentimentos os assuntam, mas os impulsionam a prosseguir. Alguns acontecimentos os marcarão para o resto de suas vidas, mas abrirão seus olhos para si mesmos e para o mundo ao seu redor.

Kiera Cass conseguiu me emocionar nos três livros até agora. Mas este foi especial. Não vou dar spoiler, mas preciso dizer que em uma determinada parte tive que fechar o livro e esperar um tempinho até parar de chorar. Foi realmente tocante para mim. Por isso, já te dou um toque, colegue: Se você for meio emo como eu, fique com um lencinho do lado, pois a coisa é bem profunda mesmo!

Minha seleção de frases e diálogos:

“- Você está vulgar.
– E você está com inveja.”

“-Vamos ser claros: ninguém concorda com você
– Vamos ser claros: eu não ligo”

“- Seus olhos parecem chocolate – balbuciei.
Ele sorriu.
– E os seus parecem o céu da manhã.”

“Não se preocupe. As melhores pessoas sempre carregam alguma cicatriz.”

“A coragem podia mesmo se esconder em lugares incríveis.”

 

Vou correndo para os contos agora mesmo, haha!

Bjão!

 

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Resenha: A Elite – Kiera Cass – Editora Seguinte

Olá!

Como disse no post anterior, comecei a saga/série A Seleção de Kiera Cass (Editora Seguinte) e viciei. Como não tenho os outros livros, peguei emprestado de uma amiga (Thaís, muito obrigada mesmo! Estão sendo bem cuidados! ❤). Confesso que a vontade de comprá-los é enorme, mas fiz um acordo comigo mesma (e com minha mãe também) de não comprar mais nenhum livro até ler todos os que acumulei nas compras em Black Friday e Bienal do Livro. Confesso que está sendo bem difícil porque recebo notificações de promoções e as mãos coçam pra comprar. Mas, preciso ser forte! Me desejem força, por favor!

Continuando.

Terminado o primeiro livro da saga, passei para A Elite.
Este segundo livro conta como anda o processo de Seleção para escolha da nova princesa de Illéa. Com as eliminações, restaram seis candidatas. America se sente dividida entre o que ainda sente por Aspen, o que sente por Maxon e o que lhe acarretará se for escolhida como princesa. O medo da responsabilidade lhe atormenta profundamente, já que não concorda com muitas coisas que acontecem em seu país. Isso e mais a leitura de um dos diários do rei Gregory a faz questionar o quanto as coisas em seu país são feitas realmente para o bem de todos ou para apenas para a parte mais nobre e de posses. Seus conflitos de sentimentos atingem a relação que estava nascendo entre ela e o príncipe, que acaba por se afastar, dedicando mais momentos as outras candidatas. Entre tantos acontecimentos, America começa a desconfiar das intenções de Maxon e sente como o amor pode doer quando há tantas interrogações pelo ar.

Devo confessar que esse livro me emocionou também (como o primeiro), mas também tive meus conflitos. Em muitos momentos fiquei confusa com America, Aspen, Maxon e as candidatas… E ainda estou. É como uma dança das cadeiras, mas não sei ao certo quais as estratégias de cada um para conseguir se sentar, nem mesmo a de America, que é por quem o livro é narrado. Talvez esse seja o tempero que Kiera escolheu para prender o público… E realmente está funcionando comigo.

 

Entre as citações que mais gostei estão:

“- Só acho que formaríamos um bom “nós”.
Ele abriu um sorriso,
– Formaríamos um “nós” maravilhoso.”

“- Como é amar? – perguntou May.
Parte de mim ficou magoada. Por que ela nunca tinha me perguntado isso? Depois, me lembrei: para May, eu nunca tinha amado.
Lucy abriu um sorriso triste.
– É a coisa mais maravilhosa e terrível que pode acontecer com você – afirmou com simplicidade – Você sabe que encontrou algo incrível e quer levá-lo para sempre consigo. E um segundo depois de ter aquilo, você fica com medo de perder.
Deixei escapar um suspiro. Ela estava completamente certa.
O amor é um medo belo.”

“E lá estava ela, apesar de todas as preocupações: A esperança.”

 

O preço desse livro varia entre R$ 17,00 e R$ 36,00 e pode ser encontrado em todas as lojas do meio.

Agora vou embarcar para o próximo.

Logo, logo estou de volta.

Bjão! :*

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Resenha: A Seleção – Kiera Cass – Editora Seguinte

Olá, pessoas!

Fico mil anos para aparecer, mas apareço. Demora, mas apareço.
Nesse tempo sem aparecer li muitos livros e vou (tá lendo isso, Ariane?! Você vai mesmo porque agora está publicado em âmbito global!!!!) postar meus pareceres aqui.

Hoje venho falar sobre um livro que praticamente acabei ler: A Seleção da autora Kiera Cass, publicado pela Seguinte.
Confesso que estava com um pé atrás para ler esse livro por dois motivos.
1 – Pré-julguei ele como infantilizado; o que me envergonho em dizer.
2 – No fundo tinha medo de me viciar… E viciou.

Desabafo da blogueira:

Continuando…

America Singer (quero deixar marcado aqui que gostei muito do sobrenome!) de 17 anos pertence casta Cinco, reservada aos músicos e artistas em geral,  não sonha com coisas magistrais. Filha do meio de 5 irmãos e a mais velha que continua sob o teto dos pais, ajuda-os a cuidar dos 2 irmãos mais novos, além de cantar e tocar com a mãe em eventos que castas superiores as contratam. Mas a garota tem os seus segredos: Um namoro escondido com Aspen, um ajudante de casta Seis, inferior a dela. Isso para sua mãe é algo que não cabe, pois sonha que a filha passe no processo d’A Seleção ou se case com alguém de casta Dois ou Três, no mínimo. Alpinista né, amores!

Um dia, America recebe a tão sonhada carta (para sua mãe, claro!) que dizia que ela estava em idade para participar da Seleção que escolherá a nova princesa de Illéa. A garota bate o pé para não preencher a inscrição, mas é convencida pelo – então – namorado, que deseja que sua amada tenha uma vida melhor.

Adiantando um pouco a história (prefiro omitir algumas coisas para não dar tanto spoiler) a garota fora mesmo selecionada. Com o coração partido e o medo do desconhecido ela acaba percebendo que a vida no palácio não é totalmente um conto de fadas e que o amor pode chegar aos poucos, sem aviso prévio.

 

Selecionei, como sempre, alguns dos trechos que mais gostei:

“- Nossa, temos alguém especial aqui? – ele disse, como se fosse uma criança.
– E não somos todos especiais?”

“- Está tudo bem, minha querida – ele perguntou.
– Eu não sou sua querida.”

“O amor verdadeiro é geralmente o mais inconveniente”

“Depois de toda aquela história de querer uma alma gêmea, quem sabe ele não queira mesmo era um corpo sem alma?”

 

America me provou ser mais que uma menininha bonita selecionada para, quem sabe, ser a princesa. Ela tem valores, dúvidas, medos tão comuns quanto os nossos. A garota é verdadeira. E confesso que amei o “Eu não sou sua querida”.

Suas questões com o príncipe Maxon e Aspen são quase palpáveis e coerentes. Não é aquele tipo de historia na qual você consegue julgar e ler dizendo “Sua burra, fica com fulano!”, porque você realmente se sente como America: Não sabe qual decisão será a certa para o seu coração.

O valor do livro está entre R$ 17,00 e R$ 30,00. Como sempre digo aqui, vale a pena ficar alertas nas promoções que surgem!

Estou encantada e quero ler os outros livros. E vou postar minhas reações aqui para vocês!

Bjs! :*

 

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Resenha: O Que Eu Quero Pra Mim – Lycia Barros – Editora Arqueiro

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Ois!

Demorei, mas, como diz a filosofa Shakira, estoy aquí!

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Hoje venho com a resenha de um livro que gostei bastante: O Que Eu Quero Pra Mim da escritora carioca Lycia Barros, lançado pela editora Arqueiro.

Soube desse livro por um tweet da capa – pela qual me apaixonei assim que a vi – e fui buscar mais informações.

 

O livro conta a história de Alice, uma mulher forte, independente e ambiciosa, além de ser bem sucedida profissionalmente e na vida amorosa. Seu namorado, Casseano, é o sonho de qualquer mulher: Bonito, amoroso e que quer se casar para construírem uma família.

Mas, Alice não é qualquer mulher. É uma workaholic de mão transbordando, colocando seu trabalho a frente de tudo e todos. O namorado, cansado de ser jogado para escanteio, a coloca contra a parede e exige ter mais espaço em sua vida. Isso faz com que acabem discutindo e terminando.

 

Os dias passam e Alice percebe que o término está sendo mais difícil do que esperava. Sua vida profissional começa a desandar e sua sócia decide afastá-la para que coloque os pensamentos em ordem.

Sentindo que a vida está virando do avesso, Alice decide visitar uma amiga em Londres. O que não desconfiava era o quanto descobriria de si mesma e do que realmente importa em sua vida.

 

Tem alguns pontos bem humorados que te fazem pensar se Alice é mesmo tão rabugenta quanto parece. Você vai se  encantar por Prieto, ter raiva da Luana e ficar confusa com Eamon, além de ter conflitos com os pensamentos de Alice. Mas, se gosta de romances que te façam refletir sobre a vida, vai valer a pena ler cada parte!

 

Alguns trechos que me chamaram a atenção:

“Preciso fugir da pessoa que me tornei”

“É melhor ficar sozinho de verdade do que estar sozinho num relacionamento”

“Olhe mais para você. Descubra o que te valoriza, conheça seus pontos fortes”

“A grande maioria das pessoas não nasceu para viver sozinha, só que algumas demoram um pouco para descobrir isso”.

 

“O Que Eu Quero Pra Mim” é um livro que te faz refletir sobre como a personagem se sente, pelo que passou, mas também te permite refletir sobre sua própria vida e suas escolhas.

 

O preço varia entre R$ 20,00 e R$ 28,00. Mas fiquem ligados nas promoções!

Até mais! Bjos! ;*

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Resenha: Sem Pudor – Julianna Costa – Editora Universo dos Livros

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Má oeee!

Demorei, mas voltei! \o/
Desculpem a falta de disciplina por não postar há um tempinho. Me enrolei com algumas coisas pessoais, mas agora quero colocar nos eixos. Não sei se isso vem dos confins da astrologia, mas tudo bem. Como diz o filósofo Chico Pinheiro


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Hoje vim falar de um livro que terminei de ler no domingo e fiquei feliz e triste ao terminar. Feliz porque a história é ótima (como tudo que eu li até agora da autora, de quem sou fã assumida!). E triste porque me afeiçoei aos personagens. 😥 Sem Pudor de Julianna Costa, também lançado pela Universo dos Livros. (Isso mesmo! Agarrem essa mulher e não a deixem mais longe das livrarias, por favor!).

Preciso babar um pouco para dizer que a conheci na Bienal do Livro de São Paulo desse ano! ❤ Muito gentil, simpática e atenciosa, atendeu a todos que estavam na fila e autografou meus livros! *—* Nem pirei, imaginem!!!

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Amei essa foto! Eu estou horrível, mas amei mesmo assim kkk ❤

 

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Ok. Vou voltar ao foco, prometo!

Já contei aqui sobre o primeiro livro da duologia, Sem Vergonha. Caso você não tenha lido ainda, recomendo demais! Vale muito a pena para aqueles que, como eu, gostam de um New Adult muito bem contado.
No segundo e último livro, Mina Bault e Ryker Strome pensam já ter “colocado o carro para andar”, cada um no seu cantinho… Deprimidos, com saudade, nos fazendo ter saudade com eles… Maaaassss, eis que Ryker recebe uma ligação sinistra e deduz que Mina ainda está sob a mira da Máfia Russa. Por isso decide ir atrás de sua amada em Paris. OUMMM! Que romântico, né?! Só que era uma cilada, Bino!

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E isso faz com que os dois voltem a ser alvos fáceis dos russos.
Sem escapatória, o casal e seu escudeiro/cão de guarda agente Zahner voltam para Amsterdam; precisamente voltam a boate Lucky’s. Com isso, a boate volta à vida e ganha um tremendo show da Tímida… Com direito a muita sedução e sexo no palco!

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                               Sim, Lulu! Segura essa marimba, meu filho!

 

Precisando de ajuda para conseguirem sair dessa, Ryker recorre a sua irmã, Lexa Strome, e seu amigo/futuro-ex-cunhado Sven Delvak (Que tem S de Sedutor e D de Delícia!). Com eles mais a ajuda dos amigos da Lucky’s, começam a desenvolver um plano delicado e nada fácil envolvendo assassinato, roubo, jogos de sedução, política e interesse.
Olha que cenário!
E muitos por aí ainda acham que New Adult é um gênero que só mostra sexo e não tem conteúdo! Como são bobos!

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O preço de Sem Pudor está variando de R$ 22,00 a R$ 30,oo. Mas fique de olho nas promoções!
É isso! 😀
Beijos. Até mais! ❤

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Resenha: Uma História de Amor e TOC – Core Ann Haydu – Editora Galera Record

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Olá, pessoas!

Venho aqui para falar de um livro que achei muito fofo e ao mesmo tempo… Como posso dizer? Muito instrutivo? É, talvez seja essa a palavra: Instrutivo.
Se chama Uma História de Amor e TOC da autora Corey Ann Haydu e publicado pela editora Galera Record. Eu nunca tinha ouvido falar dela, mas havia ouvido muito falar (e ainda ouço) sobre T.O.C. (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

A história é narrada por Bea, uma garota de 16 anos que tem, mas que não admite, TOC. Ela acaba conhecendo um garoto chamado Beck em uma festa, porém, de uma maneira bem inusitada: Às escuras. E quando digo às escuras, não estou dizendo que era um encontro às cegas, mas sim que acabou a luz no ginásio no qual estava acontecendo a festa. Curioso, não é?

E sabe o que é mais curioso do que conhecer uma pessoa dessa maneira? É conhecê-la por ter sentido que esta estava tendo um ataque de pânico. Você deve estar se perguntando “Como ela sabia disso se tudo estava escuro?” A respiração agitada do garoto perto dela o entregou, e quem já teve crises como essa ou tem consciência do que seja, sabe identificar de olhos fechados.
Durante esse tempo em que tudo fica às escuras, Bea tenta fazer com que Beck fique calmo e acaba deixando escapar suas verdades uma atrás da outra, o que aparentemente faz com que o garoto se distraia do ataque de pânico. Mas quando uma onda forte ameaça voltar, ela decide amenizar os sintomas de outra maneira: Ela o beija. Sim, beija um estranho com ataque de pânico no escuro. Realmente Bea é uma garota muito peculiar.

Entre algumas outras coisas que acontecem com a garota, sua terapeuta decide que seria melhor se Bea, além de ter as consultas individuais, fizesse terapia em grupo. Mesmo contrariada a isso, ela vai. E como uma ironia do destino, Beck é uma das pessoas que fazem parte do seu grupo.
O amor que vai surgindo desses dois, o modo como eles tentam se ajudar me deixou totalmente encantada. O companheirismo entre eles, apesar dos pesares, me tocou.

* SE NÃO QUISER LER SPOILERS, POR FAVOR PARE POR AQUI! INDICAREI A PARTE PARA LER SEM QUE ISSO ACONTEÇA, OK?! 😉 *

Como nesta parte:

“— Sei como isso é nojento. Como eu… sou nojento.
— Sério. Eu entendo. Quer dizer, sou como você. Exceto pelo corpo sarado. Mas você sabe, isso não é estranho para mim.
— Mas você não fica assim — retruca Beck. — Não de verdade. Você não tem hábitos asquerosos. Não é como o resto de nós. Eu não achava que era como as outras pessoas no grupo, mas olhe para mim. Eu sou.”



Preciso dizer sobre essas partes:

 

Quando em um dado momento é citado Foo Fighters e Bea diz:

“Já ouvi falar do Foo Fighters antes, eu acho…”

 

Pensei:

“MENINA, EM QUE PLANETA VOCÊ VIVE QUE NÃO OUVIU ESSA BANDA???”

Mas daí me lembrei que tenho quase 30 anos e que Foo Fighters é da minha época de adolescência. Ou seja, algum adolescente de hoje saber sobre eles é tipo pessoas da minha idade se lembrarem de New Kids On The Block cantando Step By Step ou de Menudo cantando Não Se Reprima.

 

Quando ela fala da “elegância do longo filó” pensei:

“Eu cantava quando criança que ‘A barata diz que tem 7 saias de filó’ e agora que li isso, percebo que nunca soube o que é uma saia de filó… Triste!” É algo em que o senhor Google vai me ajudar depois.

 

*PARA VOCÊ QUE PULOU OS SPOILERS, PODE LER A PARTIR DAQUI =D*

 

Não vou entrar mais na história, senão acabo dando mais spoiles e sei que isso pode ser beeeem chato. Tá certo que resenhei outros livros aqui e dei spoiler, mas este livro é diferente.

Este é um livro que eu recomendo mesmo! Gostei muito de cada detalhe dele porque nos ajuda a entender como pessoas que tem esse tipo de problema como TOC podem se comportar. É legal lembrar que cada caso é um caso e este livro realmente trata isso, pois vemos como cada um dos personagens destacados tenta lidar com o seu transtorno, como as pessoas em volta reagem e como a terapeuta tenta lidar com seus pacientes.
Tenho certeza que esse livro vai lhe dar muitas sensações, se você realmente se entregar a leitura: Compaixão, carinho, melancolia… E também vai te dar o que pensar em como tratar pessoas que tenham TOC.

Já vi muitas pessoas dizerem que quem tem TOC é louco, tentarem se afastar e afastar os outros de quem tem esse problema. Se você for desse grupo, reforço minha indicação de leitura. Tenho certeza que vendo como pessoas assim se sentem por tê-lo vai te fazer pensar 2 vezes em tratá-los como aberrações.

Pessoas com TOC também tem sentimentos, choram e não gostam nada dessas manias que lhe invadem a mente. Não fazem isso porque querem ou para se aparecer; elas o fazem porque não tem total controle sobre o que sentem e como agem; o fazem para, quem sabe assim, conseguir ter o controle sobre si mesmas que tanto necessitam. Quando se está numa crise grande de ansiedade se determina coisas que para muitos parecem absurdas, mas para quem está sofrendo é necessário fazê-las. Uma frase que é muitas vezes citada no livro quando falam sobre suas crises é “Não é nada bonito”. E realmente ter/ver não é mesmo nada bonito.

 

Entre outras frases que marquei, estão:

“É engraçado como meus nervos funcionam: pulsando num minuto e recuando no seguinte, me deixando totalmente exausta.”

“Sou assim, às vezes. Um pouco estranha. Ou, como gosto de pensar, peculiar. Estranha e peculiar.”

“Sei que é um pouco estranho, mas eles são um livro que não quero parar de ler.”

“Não é um sonho, e ainda estou aqui, embora apenas um pouco de mim de fato esteja.”

“Entro sob os lençóis. É um casulo perfeito no qual tenho trabalhado há meses.”

“Ele é mais parecido comigo: em algum lugar entre estragado e inteiro. Não exatamente desesperado, mas preso em um ciclo do qual não consegue sair.”

“Ele é muita coisa para assimilar de uma só vez.”

“Essa é a questão sobre a ansiedade: é uma verdadeira sugadora de tempo.”

“… Há algo muito atraente em um cara sexy e musculoso ficando completamente vulnerável. A mesma sensação de mulheres acharem sexy quando homens brincam com filhotes ou bebês.”

“As pessoas são tão ferradas. Todos nós, quero dizer. Somos todos tão ferrados.”

“… E quando estou chateada com uma coisa meio que fico chateada com tudo, sabe?”

“Na tentativa de não me lembrar de nada, me lembro de tudo”

“… Ela tem a vantagem de estar do lado da sanidade, e eu pareço ter um pé fora da fronteira em Loucaville.”

“Há alguma coisa em chamar a atenção para as coisas boas que as pessoas fazem que as deixam desconfortáveis.”

“É engraçado como agir feito um adulto faz eu me sentir mais criança.”

“A esperança de me perder nele por mais alguns instantes. A esperança de me perder em absolutamente nada.”

“Ele é impenetrável e assustado com a mesma intensidade. É a dose perfeita de fodido.”

“… Há um calor vindo dele contra o qual tenho que me pressionar. Tenho sentido frio há muito tempo, e posso enfim me aquecer.”

“Tortura: saber que alguma coisa não faz sentido, fazê-la de qualquer maneira.”

“Fecho os olhos e peço para parar de ter TOC para que possa ser uma amiga decente de novo. Se desejar com vontade o bastante, tenho esperanças de que se torne realidade.”

“… Namorar Beck é meio assim. Estamos jogando a mais longa, mais cansativa versão de Batatinha Frita Um, Dois, Três da história.”

“Notei isso nas pessoas: beber lhes dá permissão para ser a pessoa que sempre quiseram ser, em vez de a pessoa que realmente são.”

“Se os seres humanos são imprevisíveis, em geral, são totalmente loucos quando se apaixonam.”

“Podemos ser loucos, mas existe uma lógica por trás até mesmo das coisas mais loucas que fazemos.”

“Então estamos em pé de igualdade e podemos ser loucos juntos”

 

Pelo que pesquisei, o livro custa entre R$ 25,00 a R$ 38,00. Mas fiquem ligados no Skoob (Para quem não conhece, é uma rede social para quem curte livros. Eu amo!). Muitas vezes as pessoas trocam livros por lá.
Espero que tenham gostado da resenha. Comentem com críticas ou sugestões, se puderem, por favor.
Beijos e até mais!
;*

 

Frase do dia: “Sentimentos são como cobertores, cobrindo você para que não consiga ver com clareza. Ou como labirintos nos quais pode facilmente se perder. Estou com medo de me perder.” – Uma História de Amor e TOC.

 

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Resenha: Sem Vergonha – Julianna Costa – Editora Universo dos Livros

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Olha quem lembrou da senha do blog?! \o/

Tudo bem com vocês? Espero que sim!

 

Vou falar hoje sobre este livro que eu amei, amei, ameeei! Sem Vergonha da Julianna (Diva das Escritas) Costa, lançado pela Universo dos Livros.
Eu já o havia lido quando era uma fanfic e se chamava Proteção a Testemunha. Quando o site saiu do ar eu fiquei como uma louca procurando onde, cargas d’água, a história tinha ido parar. E para minha alegria (e das Julietes de plantão!) virou livro! \o/

Primeiramente já vou dizendo que sim. Este livro é New Adult ou Romance Erótico, como preferir chamar.

Segundamente, quero dizer que tenho AMOR INFINITO pela maneira como essa mulher escreve.

 

Tenho como certo de que este é um dos enredos que você nunca esperou em um New Adult.

Mina (que tem um cabelo ruivo dá hora e um corpão violão) Bault é uma garota virgem de 20 e poucos anos que mora em Paris. Não comecem a fantasiar coisas como “Ela deve sonhar com o príncipe encantado”, meus caros. Não! Ela quer perder a virgindade. Porém, não é tão fácil assim; para essa menina nada é tão simples. Tentou perder inúmeras vezes de inúmeros jeitos, mas não conseguiu. Suas crises de ansiedade sempre foram mais fortes que os prazeres carnais.

Cansada das tentativas frustradas da menina, Elize (sua best friend) marca com um garoto (deuso mor) de programa em um hotel, com direito a cesta da safadeza e tudo. Ryker Strome é “forte de um jeito que te faz imaginar o que está por baixo da roupa”, na definição de Mina, além de divertido, misterioso e que sabe o que faz.

Maaaassss não pense que nossa amiga foi para os finalmente e teve o que pagou para ter. Tantas confusões se passam no quarto do hotel devido sua ansiedade (e confusões) que Mina decide pagar pelo serviço (mesmo sem o cara ter conseguido fazê-lo) e sai como um foguete para fora do hotel.

Ryker, que nunca deixa nenhuma cliente desapontada, vai atrás da ansiedade em forma de gente tentando convencê-la a voltarem para o quarto. Mas, eis que os dois presenciam algo que era melhor não terem visto: O assassinato de um homem pela Máfia Russa. Mais precisamente executado pelo cara mais procurado do mundo: Yuri Kulik.

A partir daí, Mina e Ryker vivem uma aventura e tanto para sobreviver, sem que o hímen não rompido de nossa colega seja esquecido.

Um dos diálogos mais legais (tem muitos, mas resolvi selecionar apenas um para não dar muito spoiler), na minha opinião, é este:

“- Você respira do jeito errado. – Ele mal tirou os olhos do livro.
– Desculpa? – Resmunguei baixinho a fim de evitar que os dois jovens sentados nas cadeiras de frente para nós me ouvissem. – E tem um jeito certo de respirar?
– Você enche os pulmões para cima. Não dá certo assim.
– E o melhor jeito de respirar é sem encher os pulmões?
Ele baixou o livro.
– É uma figura de linguagem, espertinha. É claro que, fisiologicamente, você sempre enche os pulmões quando respira.
Fisiologicamente? – Se ele ia rir de mim, então eu também ia rir dele. – Estou surpresa. Não achei que homens como você conhecessem palavras com mais de quatro sílabas”

 

O que acho magnífico nas escritas da Ju é que não são histórias onde o sexo é depravado ou simplesmente jogado de qualquer forma. Tem toda uma circunstância, um cativamento (se a palavra não existe, eu inventei agora, kkkk) para que chegue até a cama. E faz todo sentido. Quem gosta do gênero detesta ler um livro que se pareça com alguns vídeos pornôs que estão por aí, no qual não se entende nada do contexto e a dupla já está estocando horrores em uma mesa ou em qualquer outro lugar.

Por isso recomendo demais este e outros livros da Ju.

Já fiz uma resenha de um livro dela há um tempo por aqui e vou fazer de outros. Me aguardem! 😉

 

Sem Vergonha está a venda em todas as livrarias, custando entre R$ 21,00 a R$ 39,00. Mas fique de olho na Amazon e em outros sites, pois sempre chovem promoções.

E se você gostar da história, fique feliz. Há uma continuação, chamada Sem Pudor.

Já vou ler a minha! *–*

Beijos e até a próxima! ❤

Frase do dia: “Você se surpreenderia em saber como a normalidade é pouco normal” (Ryker Strome – Sem Vergonha).

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Resenha: After – Depois da Esperança – Anna Todd – Editora Paralela

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Hey, persons!

Demorei para aparecer, né? Desculpem. Me enrolei com alguns assuntos e acabei brecando minhas leituras. Porém, pretendo não ficar longe por tanto tempo mais.

Venho aqui para deixar mais uma resenha sobre After, que dessa vez chama-se Depois da Esperança. Mas acho sinceramente que deveria chamar Depois das revelações.
Hardin e Tessa ainda continuam a me irritar, e confesso que o giro que a história dá também me irrita.
Como venho dizendo desde a primeira resenha, eles não tem um momento de relax. As pausas para que o leitor se aconchegue no sofá, cadeira, cama, enfim, aonde goste de ler, não existem. Simplesmente. E isso me irrita profundamente.
Tessa segue sua decisão e vai morar em Seatlle. Também tenta seguir a decisão de dar um tempo com Hardin, mas as palavas ‘tempo’ e ‘Hardin’ realmente não funcionam.

Devo fazer uma observação aqui:
Nas primeiras folhas do livro, quando diz que um garoto de cabelo azul se sentou ao seu lado e se apresentou como Michael, foi impossível não me lembrar do Michael do 5 SOS e cantar mentalmente “Heeee he-hey!”.

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Mas essa foi só uma observação.
Ok, vou continuar com o assunto central que é o livro.

A garota se sente um tanto deslocada na cidade que desejava morar. De certa forma a compreendo. Não é tão fácil assim a mudança que fez, ainda com o histórico que tem carimbado em sua mente: Brigas com a mãe, com os falsos amigos, Hardin, a volta do pai ausente, morar na casa do chefe (Isso sim é uma coisas que só se vê em livro e fanfic!). Não contente com toda essa carga ainda tem o Zed que, ok, a salvou de ser estrupada e filmada. Mas que cobra muito mais do que um ‘obrigada por me salvar’ mesmo que indiretamente. Consigo ver a cara fingida de cão caindo do caminhão de mudança que ele faz. Blé!

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E ela ainda me vem com essa frase depois de falar com Zed pelo telefone o agradecendo pelo que fez:

“… e acho que nós dois nunca vamos conseguir ter uma relação estritamente platônica…”

Garota, calma aí! Ou você gosta de um ou do outro! Quando acho que me simpatizo por ela, vem isso!
Sinceramente nunca vou entender a relação entre Tessa e Zed. E pra ser bem honesta, não tô nem um pouco a fim!

 

Para completar Hardin tem um sonho no qual sua garota e Zed estão transando. O cara já é neurótico por si só e ainda sonha com isso… Demais, não é?! E o que ele faz? Sim, fica paranoico, como sempre, e desconta na garota sem ela saber o que realmente está acontecendo, porque (claro!) ele não conta. É mais fácil dar piti!

“Enquanto dirigia, comecei a me perguntar: em algum momento da minha vida eu não fui um cretino egoísta?”

 

Acho que nunca, seria a resposta.
A menina carente se sente ainda mais incomodada com a indiferença que o namorado-ficante-peguete, ou sei lá o que, a trata. Mas devo admitir que o modo como ela o faz esquecer do pesadelo foi bem… Quente! Uma das cenas de sexo deles que mais gostei até agora.

Depois disso parece que o clima fica um pouco menos tenso… Mas você está lendo After, o livro sem pausa pra descanso.
Quando Hardin e Steph se encontram no mercado, o garoto psicótico começa a dar atenção a conversa da garota que armou o quase estupro de sua namorada-ficante-peguete. Sei que está ficando chato eu dizer a palavra IRRITANTE, mas, sorry gente, não há outra definição para isso a não ser dizer alguns palavrões (mas eu não curto muito, sabe?!). Ele já sabe que a garota não presta e ainda dá ouvidos pra isso?! Triste!

“Ela conseguiu exatamente o que queria de mim…”

“Ela sabia que estava arrancando o pino de uma granada e se afastando. Mas eu não sou uma granada… deveria saber me controlar.”

 

Não é uma, mas age como se fosse uma!

Mas o bom de Anna Todd ter dado voz a Hardin foi entender finalmente qual era a dele:

“Eu tinha um objetivo: deixar todas as pessoas do meu convívio tão tristes quanto eu me sentia”

Parabéns! Conseguiu com êxito!

 

Trevor é o cara que eu pensei várias e várias vezes para ficar com Tessa. Mas, sinceramente, acho que ele merece alguém melhor para si. Essa garota já é complicada por si só e tem mais o Hardin na mala sem rodinha dela.

“- Eu sou uma distração?
– Sim, você tem sido uma distração desde que chegou à Vance – ele diz depressa – Não estou dizendo isso de um modo ruim; é só que tenho esperado em segundo plano e queria deixar minhas intenções claras antes de explorar a possibilidade de ter um relacionamento com outra pessoa.”

 

Me digam vocês (bravas lutadoras o/ ) que chegaram até esse quarto livro, não acham que Trevor merece uma pessoa muito menos complicada que Theresa?
Ele é um fofo e acho que merece alguém melhor, na minha opinião. Ponto!

Continuando.

Quando Tessa ligou para agradecer o salvamento, Zed disse que ia visitá-la. Entre as interferências de Hardin para que isso não acontecesse e tal, aconteceu. E foi aí que eu vi que tinha razão desde o começo: Zed é sim um FDP tanto quanto Hardin.

“- Só quero que você saiba com quem está lidando. Ele não é a mesma pessoa quando você não está por perto.
– Isso não é ruim. Você não o conhece.
– Você também não conhece o Hardin de verdade. Você passa o tempo todo brigando com ele.
– Qual é o seu objetivo, Zed?
– Nenhum. Só pensei que depois de todo esse tempo e de todas as merdas pelas quais ele fez você passar, você ia enxergar a verdade.
– Você contou a ele que viria aqui?
– Não
– Você não está jogando limpo.
– Nem ele.”

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Preciso dizer mais alguma coisa depois disso? Acho que não. Claro que tem mais pedaços grande da conversa entre eles que não citei, mas o spoiler dessa parte já foi bem grandinha.

Uma coisa que quero falar também e sobre as piadas dele no período menstrual. Sério, desnecessário e brochante! Não sei se esse é um costume americano, mas brocharia legal com isso.

 

Fiquei muito feliz mesmo por Landon não ter ido embora ainda nesse livro, apesar de suas poucas aparições. Acho que ele é o melhor de todos ali, o mais centrado.

“Vocês dois, escutem uma coisa. Vocês não podem fazer isso de novo. Hardin, você não pode deixar as pessoas te atingirem desse jeito; a opinião da Tessa é a única que importa. Deixa a opinião dela ser a única voz na sua mente. E Tess… Você não precisa se sentir culpada e tentar convencer o Hardin de que quer ficar com ele; o fato de você continuar com ele depois de tudo deveria ser prova suficiente. A Tessa precisa de você nesse momento. Os pais dela estão gritando um com o outro na sala, então fica do lado dela em vez de fazer tudo girar em torno de você.”

Melhor personagem de todos! o//

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Entre tantas coisas que acontecem, como o convite para o casamento da mãe dele em Londres eo pai e a mãe de Tessa ainda dando trabalho, ela vai no ginecologista. Enfim, né? Depois de vermos Hardin reclamando em quase 2 livros que quer se livrar da camisinha… Não que ele mereça isso, mas, fazer o quê?! Mas nessa visita, ela descobre que pode ter um problema no colo do útero que pode gerar infertilidade. Para quem deseja um dia ser mãe é algo que realmente abala. Ela se questiona por não saber o por quê é uma possibilidade tão dolorosa, já que Hardin decidiu pelos dois que não quer ter filhos, não teriam. Mas uma coisa é você estar em situação de negação por dizer que não quer ter filhos, outra bem diferente é você saber que há a possibilidade de não poder tê-los. Nessa parte eu entendo bem o que Tessa sente porque já passei por isso… De certa forma ainda estou passando.
Mas o que interessa são os personagens aqui e não eu, não é?!

 

Bom, Hardin decide ir para o casamento da mãe com sua garota e ela vai até a loja de noivas com a sogra. E quem ela encontra? Isso, mais um fantasma do passado de Hardin: Natalie; a garota que ele destruiu a vida por causa de um vídeo. Sabendo da atual vida da garota, Tessa troca uma tímida conversa e percebe algumas coisa…

“A tristeza supera meu medo quando ela coloca a minha mão em sua barriga, protuberante de um jeito que a minha provavelmente nunca ficará, e vejo a aliança dourada em seu dedo, algo que provavelmente nunca terei.”

Fiquei realmente como pena de Tessa nessa parte. Me senti bem solidária com ela como não fui em nenhum dos outros livros.
Daí para o final do livro eu vejo que quando Hardin define que “Tudo e todos na minha vida são fodidos” realmente tem razão. Fiquei realmente enojada pelo que sua mãe fez uma noite antes do casamento e ainda com quem ela fez. Fiquei ainda mais indignada quando foi revelado que Vance é na verdade pai de Hardin. O coitado realmente só se ferrou desde que fora concebido, pelo visto. Fiquei com pena dele. Mas para saber mais sobre essa parte da história só lendo o outro livro.

 

Algumas outras frases que destaquei:

“Onde ele estiver é minha casa”

“É exatamente por isso que não tento ajudar as pessoas. Não tenho experiência nisso. Sou muito bom em ferrar com tudo, mas não sei salvar.”

“Todo mundo merece uma segunda chance, até mesmo os piores pecadores, você não acha?”

“As mulheres fazem muitas coisas para impressionar os homens, que mal notam a diferença.”

 

Aguardem para ver a resenha do quinto livro. Sei que não devem aguentar mais, mas parece que é o último livro da saga \o/.

Bjão!

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Resenha: After – Depois do Desencontro – Anna Todd – Editora Paralela

After3 capa

Hey, pessoas! =D

E mais uma vez estou aqui para falar de quê? Sim, After.
Deve ter alguém falando “CHEGA! NÃO AGUENTO MAIS!” Eu te entendo bem, colega. Mas eu disse pra vocês (e pra mim mesma) que vou ler essa saga até o fim.
Neste livro, subtitulado Depois do Desencontro Hardin e Tessa continuam no chove e não molha de sempre. É quase como ouvir a música ‘Na, Na, Na’ da One Direction, mas apagar toda versão praia que se curte da música e transformá-la em um ‘Won’t Back Down’ da Fuel… Mais ou menos por aí.

Devo confessar que teve trechos (muitos deles) em que eu me perguntei “Por que, patavinas, decidi resenhar essa saga???” Mas no final, também devo confessar, acabei me simpatizando com Tessa. Casseta, demorou 3 livros para que isso acontecesse! E eu sempre gosto da personagem principal em poucos parágrafos, mas Tessa realmente demorou a entrar no meu coração. Quer dizer, não posso dizer ainda que ela entrou, mas estou um pouco mais simpática com ela.
Hardin me irrita profundamente e não consigo de maneira alguma encontrar Harry Styles nele. Não adianta gente, não dá. Zed como Zayn até vai, mas Hardin como Harry, não me desce!
Confesso que até agora meu personagem favorito é o Landon e estou de coração partido por ele ir para Nova York e (não sei, mas espero que não) vai aparecer bem menos na história. Gosto do Trevor e da Kim também.

Prosseguindo… E precisarei deixar spoilers. Desculpem, mas não tem como não deixar.

Tessa está quase realizando o sonho de morar em Seattle. Mas, como sempre, Hardin fica na mesma atitude de “Você faz o que eu mando e não vai sair daqui, a não ser que eu queira” BLÉ!

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Sério, não sei se teria paciência pra aguentar um ser desses, não. Exatamente por esses trechos:

“Ele sabe que Seattle é importante para mim, e eu estou sempre cedendo por ele — e é isso que me magoa mais.”

É quase um jogo de que quem magoar mais ganha o troféu. É doentio!

“- Eu não tenho motivo nenhum para ir para Seattle.
– Tem eu… você iria por mim.
– Isso não basta.”

Mas para ir morar em Londres basta ela ir APENAS por ele. AFF!

Eu sei que o tatuado é problemático e que muitas garotas que leem a saga devem querer pegá-lo no colo e ninar, dizendo coisas fofas e tals. Mas, mew! Isso é irritante! Muito irritante! Para esse garoto tudo é motivo de tiro, porrada e bomba. E só sabe suavizar quando “consegue” ver o que está prestes a perder… Ou nem isso.

“Eu sou um filho da puta patético”

É MESMO!

Quando ele disse:

“Só estou tentando marcar minha posição.”

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Não sabia se ria de raiva ou de ver o quão idiota ele consegue ser ainda mais. Imaginei Tessa como um poste e Hardin como um cachorro que faz xixi e depois raspa as patas com aquele ar de “Quem manda aqui sou eu!” Fala sério!

 

Fora que depois de uma briga, sai pra beber e volta para brigar mais um pouco e solta:

“Eu caso com você”

A menina já é carente e também problemática, além de sonhar com uma família e o garoto me solta uma dessas! Realmente um chantagista nato! Tudo para que ela se renda as suas vontades.

 

Quando, dentro de mais uma briga, ele diz:

“Você só está inventando desculpas para o seu comportamento psicótico”

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Eu quis rir de novo… O sujo falando do mal lavado! Praticamente uma piada vindo de quem veio. Patético!

 

Quero abrir uma pausa na crítica sobre o Hardin para esse diálogo:

“- Certo, o que estou vendo agora é uma coisa — dou uma olhada para Hardin — preta.
– A alma do Hardin!, Landon grita, e eu dou risada.
– Acertou!”

LANDON MELHOR PESSOA DESSE LIVRO!

Voltando.

 

Depois que ele faz a palhaçada de acabar com o negócio de Tessa sobre o apartamento na cidade que tanto sonha se mudar e ela descobre.

“É sempre a mesma merda: você faz alguma coisa, esconde alguma coisa, diz alguma coisa, eu caio no choro, você pede desculpas e pronto! Está tudo perdoado.”

 

Uma hora a luz chega na mente da criatura! Mas ainda tinha muito para acontecer.

“Para não perder o costume, dou um murro na parede do lado da escada.
– Merda
Para o meu azar, descubro que não é feita de gesso, e sim de madeira maciça, e a dor é mil vezes pior.”

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Sabem o que eu achei disso? ACHEI FOI POUCOOOO! Tinha que ter doído mais! Sou ruim mesmo! RUM!

 

Outra coisa que pensei “Nossa, pra quê se importar com isso, Pai amado!” foi quanto Tessa estava procurando outro apartamento e pensou:

“Prefiro que as pessoas tenham que passar por um hall de entrada para chegar ao meu apartamento”.

Mas enfim, gosto é igual a… Esqueçam!
Seguindo.

 

Quando a garota diz a Hardin que não quer mais que ele vá com ela eu quase aplaudo. Ela acordouuuu!
A crueldade e o prazer que ele tem em ferir as pessoas dá enjoo muitas vezes. Ele diz que a ama e depois diz naqueles palavreados escrotos:

“… Não vai encontrar ninguém que fode você tão bem quanto eu.”
“Ela estava às gargalhadas quando na verdade deveria estar sentada na minha frente, implorando pela minha atenção.”

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Imbecilidade a gente vê por aqui! Esse garoto é um imbecil!

 

Quando Riley entra na historia eu quase sinto alívio, pois ela disse muitas das coisas que tenho vontade de dizer a esse idiota.

 

” – Bom, a Tessa é minha, e não me interessa o que ela acha disso.
– Falou o perfeito babaca”

“Escuta só, cara. Eu não preciso saber os detalhes, mas estou há quase uma hora aqui com você.  Sei que você é um grosso, e ela é carente…”

 

O que, pelo menos me deixou um pouco mais atenta a continuar foi que ele teve uma clareza de perceber que poderia estar com ela enquanto esta conquista o seu espaço e isso não significa que vai perdê-la. A conversa com seu pai também foi um passo a frente do que eu esperava. Mas, sinceramente, quero que continuem afastados por um tempinho.
E o que dizer sobre a Steph? Pensei sinceramente que considerava Tessa. Mas é vendo coisas desse tipo que percebemos o quão essa garota estava cercada de gente falsa. E, pra ser honesta, não confio muito no Zed.

Entre outras partes que grifei, estão:

“Com ele, a verdade e a mentira variam de acordo com seu humor.”

“Existe uma grande diferença entre amar uma pessoa e não conseguir viver sem ela, sabia?”

“Se tem uma coisa que aprendi na vida é que as pessoas que fingem que não se importam são as que se importam mais.”

 

Confesso que os últimos capítulos desse me deixaram mais interessada que os outros 2 livros.

É isso! Vamos ao quarto livro da saga.

Beijos!
:*

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